Dragon ball B.T.U

O Universo não é o limite

Episódio 101: Voltando no Tempo – Parte 1

Posted by gabrielr15 em outubro 14, 2011

A narrativa a seguir aconteceu no ano que Slave levou para ir do lugar onde tinha estado aprisionado para a Terra.

Slave se movia o mais depressa que ousava. Ele havia planejado um caminho na linha mais reta possível com uma parada em algum planeta a cada 30 horas terrestres para poder descansar, uma vez que seu corpo estava ainda muito ferido.

Numa dessas paradas, Slave resolveu testar os limites de seu corpo enfraquecido.

(Slave) – Hum, meus braços e pernas estão com diversos dos ligamentos internos de ki rompidos. Meu poder de auto-recuperação não está funcionando muito bem, parece que o meu ki está congelado nas minhas veias, então isso faz com que minha recuperação seja mais lenta. Não consigo mover meus cabelos. O ki de dentro deles também está nessa espécie de congelamento. Mas é claro que seria assim, aquele desgraçado era um guardião também. Ele sabia o melhor método de incapacitar qualquer outro guardião.

Slave apontou sua mão para o chão do planeta. Observou todos os cerca de 300 habitantes do planeta com sua visão onisciente. Nenhum deles tinha o poder superior a 200 de ki. Não haveria graça em eliminar um planetóide daqueles. O mais indicado seria sem dúvida…

Mas antes de Slave completar seu pensamento, ele congelou. Um calafrio de medo atravessou sua espinha quando ele sentiu um ki hediondo vindo de outro ponto do universo. Não tinha 1 trilhão, não estava nem perto disso, mas seu poder era superior aos 300 bilhões.

Slave olhou para o céu procurando, com sua visão, onde estava o guerreiro com tamanho poder. A terra estava na outra direção e era lá que tinha os maiores pontos de poder do universo. Ele supusera que era lá que estava quem o tinha libertado. Mas esse poder vinha de outro ponto. Pelo o que Slave sentiu, estava apenas sendo liberado ao máximo, não estava em batalha, parecia estar apenas em treinamento.

(Slave) – Quem será esse? Está muito longe, não consigo ver ele daqui, o mais longe que posso enviar o meu ki está a centena de anos luz de onde ele está, ou seja a luz que vem de lá nunca será captada por meu ki. E se eu expandir o ki até lá, serei descoberto e nem tenho certeza se conseguirei enviá-lo tão longe…

Slave, então, percebeu o quão fraco estava e o quão vulnerável estava. Se havia criaturas com tamanho poder em mais lugares do universo, seria difícil ganhar delas. O medo o assombrou, será que esse poder era de Kakarotto, o ser que poderia destruir o universo?

Nota do autor: era Goku que estava treinando no seu caminho de volta para a terra, mas Slave não sabia disso.

Slave deu um soco de frustração no chão.

O chão do planeta começou a fender em todas as direções, e uma gigantesca onda de tremores dominou o planeta inteiro. As fendas eram profundas e chegavam ao centro do planeta.

(Slave) – Que porcaria!

Ele deu um salto e pairou no espaço sideral observando o planeta todo rachado, com lava começando a sair das rachaduras. Mas não estava muito preocupado com o planeta, estava sentindo o ki hediondo, para ver se o seu dono tinha detectado o momento de descuido dele (Slave). Após alguns instantes de pavor, Slave se acalmou, a criatura não o havia percebido.

As criaturas no planeta perceberam que o seu planeta estava prestes a desaparecer e corriam em pânico por sua superfície. Slave ficou observando, extremamente interessado, o que cada uma das 300 criaturas fazia frente a morte iminente.

Algumas das criaturas voavam, não por intermédio de asas, mas sim por intermédio de ki, como os guerreiros Z. As que não sabiam (ou não queriam) voar estavam se abraçando em grupos e sentando no chão, para evitarem de cair com os tremores. Após uma analise mais precisa, os grupos geralmente uniam um homem e uma mulher adultos e uma ou mais crianças. As vezes havia um adulto com seu filhos, ou um casal de adultos sem filhos.

(Slave) – Amor fraterno. Estão prestes a morrer, e mesmo assim mantém os laços de amor.

Ele ficou observando um casal em especial abraçar o filho dizendo a ele que tudo estava bem, que os tremores iam acabar logo, logo, e eles iriam brincar juntos.

(Slave) – Sem dúvida os tremores vão acabar logo, logo, quando o planeta deixar de existir. E sim, vão brincar de prender a respiração, quando a atmosfera se desfizer. Só que nada está bem, vocês vão morrer.

E uma pontada estranha atravessou o peito de Slave, não era física, era emocional. Lembrou-se de seu pai e seu irmão, e sentiu um pouco de inveja daquelas criaturas no planeta. Mas a inveja sumiu tão rápido quando veio e foi substituída por ódio e rancor de seus familiares. Ele os odiava. Odiava seu pai por ter treinado-o por tanto tempo para ser o guardião e depois dar o posto a Master. Odiava Master por ele ser o guardião e ter roubado o seu posto de direito.

Mas uma coisa ele não podia negar, o vinculo que Master e seu pai Omega tinham, era surpreendentemente forte. Eles eram muitos unidos. O amor fraterno.

E olhou novamente para o casal que consolava o filho, tentando se reafirmar, mesmo sabendo que morreriam.

Os olhos de Slave se arregalaram frente a idéia que passou por sua cabeça e ele ficou parado ali, aterrorizado com a conclusão que chegará.

Ele deveria ter um filho.

(Slave) – Será que é uma boa idéia?

E ele ficou ali, parado, vendo o planeta literalmente se dividir em quatro partes e as criaturas em sua superfície todas começarem a flutuar, já que o centro de gravidade havia se perdido. Eles tinham um minuto ou dois de vida. A não ser que não precisassem respirar, daí demoraria um pouco mais para morrer, mas então a fome acabaria com eles.

Então ele notou que havia uma criatura no planeta que estava aprisionado dentro de uma rocha, congelada por efeito de algum poder muito forte. Slave parou na frente da pedra.

(Slave) – Aqui está escrito: “Aqui está a prisão eterna de Levinda, a monstra destruidora de mundos” Quem será que ela era?

A idéia se formou em sua cabeça tão rápido que o assustou.

 

Quem será Levinda, a monstra destruidora de mundos? Qual será a idéia que Slave teve? E o mais importante, se Slave morreu na ultima batalha, porque essa história está sendo revelada? O que ela tem de importante?

Não deixem de conferir o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “A Viagem no Tempo – Parte 2”.

2 Respostas to “Episódio 101: Voltando no Tempo – Parte 1”

  1. rodri79 said

    300 trilhões ou 300 bilhões??

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