Dragon ball B.T.U

O Universo não é o limite

Episódio 102: Voltando no Tempo – Parte 2

Posted by gabrielr15 em outubro 20, 2011

No episódio Anterior: Slave estava viajando pelo Cosmos rumo à Terra, quando ao parar em um planeta para descansar, sente um ki hediondo e acaba destruindo o planeta por acidente. Nos pedaços do planeta encontra uma rocha onde estava aprisionada Levinda, a destruidora de mundos

Existem diversos tipos de seres no universo e diversos modos de continuarem a sua espécie. Existem planetas como a Terra, habitados por homens e mulheres que precisam de um intercurso para a concepção de um novo ser.

Existem planetas, também, como Namekusei, onde existem apenas homens e eles criam seus próprios descendentes sem ajuda externa, nesse caso especifico, através de um ovo saído da boca.

Existem planetas como Railenia, onde existem apenas mulheres que criam seus próprios descendentes sem ajuda externa, nesse caso especifico, eles saem mais ou menos como na reprodução humana.

Slave era um dos seres que estavam classificados no segundo grupo. Ele era um homem, mas não precisava de uma mulher para ter um filho.

Para fazer um descendente, ele apenas precisava moldar um novo ser usando o seu ki.

Ou será que não?

(Slave) – Será que eu posso, ao invés de construir um ser inteiro, construir apenas um espermatozóide para fecundar outra raça que possa implementar os poderes de minha descendência?

A idéia de fazer aquilo viera tão rápido a sua cabeça, que ele se surpreendeu. No começo pareceu uma idéia completamente idiota, mas após pensar um pouco, não era.

(Slave) – Se eu juntasse meu material genético ao material genético do povo que conseguiu atingir um trilhão de poder em poucos anos e gerasse um novo ser, se eu fosse derrotado, esse alguém possivelmente ficaria mais forte que eu, e poderia continuar minha busca.

E Slave olhou para a criatura presa na rocha.

Ela era igual a uma mulher humana, com pequenas diferenças: seus cabelos eram um pouco espetados, seus olhos tinham pupilas negras, e ela possuía um longo rabo peludo…

(Slave) – A monstra destruidora de mundos, de que espécie ela será, e qual é o seu poder? Afinal de contas, para destruir um mundo inteiro, precisa-se de no mínimo uns 5000 de poder de luta, se for um planeta frágil, e precisaria lançar um poder até o centro do planeta pra destruir ele em uma reação em cadeia, e não em ki em combustão. Para explodir um mundo inteiro em ki em combustão, precisaria de muito mais poder. Acho que vou libertar ela…
Um raio vermelho saiu do dedo de Slave e começou a corta a pedra devagar, até restar apenas pouco mais de dois centímetros de pedra envolvendo o corpo de Levinda.

(Slave) – Será que ainda está viva? Preciso tomar cuidado para não matá-la… Ainda…

O raio vermelho ficou a centímetros da pedra, derretendo-a devagar, após uns dez minutos, Levinda estava completamente livre. Ao cair no chão seu olhos se abriram e observavam o redor astuciosamente e então, ela começou a arroxear.

(Slave) – Que Droga! Ela precisa respirar!

Slave agarrou seu pulso e em instantes estavam em outro planeta com atmosfera.

(Levinda) – Quem é você?

(Slave) – Sou Slave, filho de Omega, um dos guardiões do centro do ki.

(Levinda) – Não sei quem você é, ou quem é seu pai, e nem pense que vou lhe agradecer por ter me libertado. Sou Levinda, a sayajin destruidora de mundos

(Slave) – Sayajin! Não conheço esta espécie, deve ser mais recente… O que o seu povo tem de especial, hein?

Levinda se zangou.

(Levinda) – Isso! HAAAAAAAAAAAAA!!!

Raios começaram a envolver ela e seus cabelos começaram a se erguer e a cair, brilhando na cor amarela por instantes. Após algum tempo se esforçando ao máximo, a transformação ocorreu. Levinda era uma Super Sayajin.

(Slave) – Ah, interessante… Calculo que você tenha ficado presa por uns dois mil anos… E o que é essa transformação pelo qual passou?

(Levinda) – Sou a lendária Super Sayajin. Diz a lenda que a cada mil anos, uma pessoa de meu povo consegue se tornar Super Sayajin. Eu fui à única em minha era que consegui. Então saí do planeta Vegeta e comecei a destruir planetas pelo universo, sempre que o povo deles não me queria como rainha…

(Slave) – Vejo que seu poder não é grande coisa, mas é bem alto até…

(Levinda) – Não é grande coisa?

(Slave) – Não muito, cerca de uns 10.000.000 de ki. Mais que o suficiente pra destruir planetas, mas muito pouco para viajar para tão longe, como você está. Como chegou até aqui?

(Levinda) – Num planeta chamado Cynderon, roubei uma nave que viajava numa velocidade muito maior que a que eu tinha até então. Não me arrisquei a lutar contra as criaturas que existiam lá, elas tinham umas espadas que podiam cortar qualquer coisa, até mesmo a mim. Então resolvi pegar a nave e fugir…

(Slave) – Ah sim, Cynderon eu conheço.

(Levinda) – Mas chega de besteiras, desapareça: HÁ!

Um poder saiu da mão de Levinda e bateu com força em Slave, causando uma explosão descomunal que fez o planeta inteiro tremer.

(Levinda) – Mais um que se mete no meu caminho e…

Mas antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, Slave saiu do meio do ki em combustão, sem nenhum arranhão, e deu um soco na barriga de Levinda e acabou atravessando-a.

(Slave) – Ah droga, me empolguei de mais.

Levinda caiu, seus olhos girando nas órbitas, gritando de dor.

(Slave) – Droga, eu preciso dela, transformações de ki são uma boa habilidade a ser passada pra a descendência.

E então um ki verde se formou na mão de Slave e ele tocou a barriga aberta de Levinda que gritou de dor ao toque. Mas lentamente o buraco foi se fechando. Quando curada, Levinda deu um salto para trás, ficando o mais afastada possível de Slave.

(Levinda) – Como você pode ser tão forte? Ninguém deveria ser mais forte que um Super Sayajin!

(Slave) – As lendas de seu povo estavam erradas, eu sou o ser mais poderoso do universo conhecido. Como disse sou filho de Omega, guardião do centro do Ki, e roubei muito mais energia que a maioria dos seres vivos agüentaria sequer suportar dentro de si próprio sem acabar explodindo.

(Levinda) – O que quer comigo então, se é tão forte? Por que me libertou?

(Slave) – Quero um filho. Meu povo geralmente não precisa de mulheres para isso, mas eu acho que com ajuda de uma, posso tornar minha descendência mais forte ainda. Principalmente com essa transformação de ki que você têm.

(Levinda) – Um filho, com você, desculpe, mas você não faz o meu tipo…

(Slave) – Você tem duas escolhas, ou me ajuda, ou morre.

 

Qual será a resposta de Levinda? Ela fará o que Slave quer? Slave poderá ter um filho com uma mulher? E o mais importante, se ele teve, porque ele não atacou os guerreiros Z?

Não deixem de conferir o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “A Viagem no Tempo – Parte 3”.

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Uma resposta to “Episódio 102: Voltando no Tempo – Parte 2”

  1. rodri79 said

    nao deve conseguir por que se nao o filho dele vingava o pai

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