Dragon ball B.T.U

O Universo não é o limite

Episódio 112: Pandora

Posted by gabrielr15 em julho 21, 2012

Os seres de um pequeno planeta na borda ocidental da galáxia Yuguy, que não haviam desenvolvido nenhum modo de voar por conta própria ou por máquinas, entraram em pânico quando um risco rompeu o seu céu. Apesar de não possuírem ki, eles tinham uma visão tão potente que conseguiram ver a coisa que riscara o céu.

Era um garoto, ou melhor, parecia um garoto. Era alto e possuía longos cabelos vermelhos. Havia um brilho branco que o envolvia enquanto ele cortava o céu.

Mas os seres desse planeta não tiveram muito mais tempo para estudar o garoto, porque ele percebera a atenção dos habitantes e como ele deveria ser invisível em sua busca, destruiu o planeta inteiro.

O garoto era implacável. Seu objetivo era a imortalidade. Ele tinha sido treinado por sua mãe, Levinda a destruidora de mundos que na verdade era uma criatura extremamente fraca com um complexo de superioridade muito grande.

Apesar de ensinar muito para ele, ela não era uma mulher do tipo maternal, não era costume entre os sayajins, os filhos nasciam e eram enviados a outros planetas para se tornarem guerreiros, e Levinda era uma sayajin típica. Ela não amava o garoto, tinha orgulho de ser mãe de uma criatura tão poderosa, mas amor, amor de verdade não. Seu coração não conseguia processar algo como o amor.

E como ela não teve amor pelo garoto, o garoto também não aprendeu a amá-la, aprendeu a se sentir um ser muito poderoso e aprendeu a ser implacável.

A soma dos fatores fez com que um dia ele enchesse o saco de sua mãe que já estava começando a parecer uma velha e a matasse a sangue frio e saísse pelo universo para cumprir a missão que ela o instigara. Terra. Um pequeno planeta verde-azulado onde seu pai tinha ido e do qual jamais voltara. Seu pai sim ele aprendera a respeitar e até reverenciar. Era mais forte que ele e mesmo assim jamais voltara.

O garoto então decidiu se tornar verdadeiramente imortal antes de enfrentar os guerreiros que deveriam haver na Terra.

Mas como? Ele desbravou o universo procurando indícios de uma forma de se tornar verdadeiramente indestrutível. Durante a sua jornada não apenas descobriu que existiam cinco verdadeiros imortais no cosmos como também descobriu histórias sobre seu pai Slave e descobriu que há muitos anos uma voz de um ser chamado Goku pediu ajuda a todos os seres do universo para darem um pouco de sua energia para eliminar Slave.

Descobriu onde os imortais estavam aprisionados e que eles prometeram que dariam a imortalidade a quem os libertasse.

E então partiu em busca dos chamados planetas casulos.

O primeiro que encontrou era o planeta onde estava aprisionado Seraphium, ele o libertou com extrema facilidade e exigiu que Seraphium o tornasse imortal.

Seraphium disse que para ele ser imortal, precisaria libertar os outros, e num momento de descuido, Seraphium o matou.

O garoto aparecera em uma pequena fila em um salão suntuoso onde um ser gigantesco lia um livro e alguns seres saiam da frente dele indo para a direita, e outros entravam no chão. O garoto suspeitou que fosse para baixo, e descobriu por conta própria que ali naquela fila seu poder tinha sabe-se lá como sido suprimido, ele não podia tocar no “juiz” nem fugir do que ele determinasse. Interessante.

O homem o mandara para baixo após dar uma lida na lista de atrocidades que o garoto fizera.

E ele chegou ao inferno. Um lugarzinho bem estranho. Ficou afastado de todos, assombrado pelos enormes poderes que haviam ali. Escondido em uma montanha ficou vendo alguns guerreiros lutarem contra um homem com cabelos prateados que emanava grande quantidade de ki.

Esse homem notou a sua presença e encerrou o combate, mas quando ia em sua direção, o garoto sentiu a energia vital renovada dentro de si mesmo e se reviveu se transportando para o universos dos vivos, na frente de Seraphium.

Seraphium realmente se assustou e o garoto disse que podia voltar dentre os mortos, mas que mesmo assim não queria poder ir aos mortos. Para ver no que dava, o garoto informou a Seraphium onde havia guerreiros que lhe dariam uma luta válida. Seraphium partiu para a Terra louco por sangue, enquanto o garoto na verdade queria saber o que aconteceria se um imortal enfrentasse aqueles que mataram seu pai.

E assim ele voltou a partir dessa vez rumo a prisão eterna de Pandora, a imortal.

Pelas pesquisas que ele fizera, Pandora era uma humanóide extremamente linda e extremamente cruel. O povo de origem dela se distinguia da maioria dos humanóides pelo fato de que ela podia produzir outros seres vivos com as próprias mãos. E quando digo com as próprias mãos, estou dizendo que ela levanta a mão e um ser se cria, ou melhor, muitos seres. Ela podia produzir “pragas” por assim dizer. Devastou mundos inteiros com uma infestação de insetos extremamente cruéis e sanguinários, quando queria dar um tempo de destruição em reações em cadeia. Destruição completa por ki era muito sem graça para ela.

Se o garoto fosse arranjar uma fêmea para ele em algum momento, pensou ele, ela seria uma boa candidata, mas o problema de sua espécie é que ele não amava fêmeas, a única utilidade de uma fêmea seria variar a descendência se ele tivesse uma, mas ele não estava interessado nisso.

Ele pousou no planetóide e apontou a mão para o chão.

(Select) – Kikidan!

Um raio de energia rompeu o chão do planeta e entrou em seu fundo sendo rebatido logo em seguida para cima ao que Select se desviou no ultimo instante. Ele achara o casulo.

Desceu pelo buraco em instantes e lá estava a caverna onde havia um gigantesco casulo azul brilhante onde uma forma se movia lá dentro. Select sabia que em um certo ponto do casulo havia um pequeno furo por onde ondas sonoras podiam trafegar, apenas ondas sonoras. Ele foi até a frente desse pequeno furo

(Select) – Olá Pandora!

Após um longo silêncio onde as ondas eram refletidas e empurradas pelas camadas da esfera, chegassem lá dentro e outras ondas viessem lá de dentro e fossem refletidas até saírem, a voz de Pandora se fez ouvir.

(Pandora) – Mais um idiota querendo ser imortal?

Nota do Autor: Desconsideremos os atrasos de transferência de som

(Select) – Não um idiota, exijo mais respeito de seu libertador, mas sim quero ser imortal, e já sei que preciso libertar além de você mais três idiotas para conseguir isso…

(Pandora) – Respeito? Exige? Libertador? Faça-me o favor, você têm sorte que estou eternamente presa aqui, se não seria o seu fim. E não têm três além de mim, têm quatro.

(Select) – Eu sei que são cinco imortais, mas eu já libertei Seraphium…

(Pandora) – Que brincadeira infantil é essa?

(Select) – Não é brincadeira. Vou libertá-la agora!

Ele se concentrou por alguns segundos e um grande fogo dourado rompeu em volta de si. Mas não era o bastante. O fogo aumentou seu cabelos ficaram mais amarelos e menos laranjas e raios tomaram o fogo também. Esse era o seu poder máximo no momento. No momento.

Ele levantou a mão e uma grande quantidade de ki saiu dela chocando-se com a parede da esfera azul brilhantes. Ondas de energia saíram pelas bordas e uma grande quantidade de ki começou a ser refletida, mas o grosso do golpe de ki de Select era mais forte que o poder defensivo da esfera que começou a ceder sobre o poder. E energia passou mais bocados para romper a esfera, porque ela tinha um estranho poder de se regenerar, mais ou menos como o poder de regeneração dos imortais. Após alguns minutos o poder chegou na parte de dentro da esfera e ela explodiu, milhões de fragmentos dela voaram em todas as direções e Pandora caiu no chão. Aparentemente o poder a atingira também e a cortara ao meio, porque as pernas estavam escorrendo de seu corpo para fora.

(Pandora) – Quem é você e como fez isso?

Select voltou a ter cabelos vermelhos e sorriu para ela.

(Select) – Sou Select, filho de Slave, e quero a imortalidade. Seraphium foi para o planeta com criaturas que rivalizam meus poderes e eu sugiro que faça a mesma coisa, sei que esta sedenta por matar algo, mas não conseguirá fazer isso comigo.

(Pandora) – A essa altura Seraphium já deve ter matado todos, se diz a verdade…

(Select) – Seraphium não é tão forte quanto eles, desculpe-me mas ele apenas deve ser um saco de pancadas indestrutível nessa batalha…

(Pandora) – Esses guerreiros desse planeta ai são tão fortes assim?

(Select) – Não sei se o poder deles é o suficiente para me matar, mas o potencial deles é muito mais que o suficiente.

(Pandora) – Potencial?

(Select) – Eles podem aumentar seus poderes exponencialmente sempre que lutam.

(Pandora) – Acho que estou começando a gostar deles…

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “Morte e Ressurreição”

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