Dragon ball B.T.U

O Universo não é o limite

Episódio 121: As Pragas de Pandora

Posted by gabrielr15 em setembro 22, 2012

Pandora estalou o pescoço e sorriu para os guerreiros Z.

(Pandora) – Desculpem-nos por nossa reuniãozinha familiar. Fazia tempo que não via meu irmãozinho emprestado e estava com muita saudade. Mas agora que matamos a saudade inicial, por ora, vamos dar atenção a nossos anfitriões.

Ela era debochada. As palavras que ela dizia, demonstravam clareza de pensamento e classe. Ela falava palavras que diziam sobre os imortais serem sua família e tratava os guerreiros Z com respeito. Mas as palavras vinham junto com um tom zombeteiro, que não deixava dúvidas. Ela não estava nem ai para Seraphium. E queria matar a todos naquele planeta.

(Nº 10) – Preparem-se.

Ele ergueu a espada e os olhos de Pandora estreitaram-se. Sua boca se abriu em surpresa e um pouco de medo brilhou no fundo de seu olhar vazio e sem vida. Era a segunda coisa que ela não entendia naqueles poucos minutos de encontro. A primeira era o fato do planeta não ter sofrido nem um arranhão com o chute de ki dela e destruído suas pernas no impacto. Ela destruíra incontáveis planetas e nunca nenhum pareceu ser resistente bastante para ela sequer prestar atenção que os planetas podiam ser mais difíceis de destruir do que rasgar uma folha de ofício ao meio.

E agora uma lâmina de Benzelder. Ela sabia que ela era perigosa a um imortal.

Seraphium observou o medo nos olhos de Pandora. Seja por vingança pessoal ou pelo prazer de ver o medo nos olhos dela, Seraphium não contou-lhe que aquela não era a espada que ela estava pensando que fosse. Não contar, dava aos guerreiros Z, uma vantagem extra pelo menos.

(Seraphium) – Eu também fiquei impressionado ao ver essa espada com eles.

Pandora não virou-se, nem olhou para Seraphium. Mantinha os olhos na espada. Estava observando tudo com atenção redobrada enquanto pensava. Após alguns instantes abriu um sorriso, que parecia de felicidade, se não fosse seu olhar zombeteiro.

(Pandora) – Realmente é uma grande honra encontrar anfitriões que não só despertaram minha atenção, como também estão tão bem preparados para nossa reunião. Realmente é uma grande honra ver que possuem uma lâmina dessas, mas vamos deixar isso de lado e focarmos no real motivo de nosso encontro?

Nº 10 se colocou em posição de combate. A espada em punho, pronta para desferir um golpe mortal contra Pandora. A espada estava rachada e nas atuais condições, N° 10 percebeu que se atacasse ela e por milagre seu poder multiplicado por três fosse maior que o dela, com certeza a espada se partiria. A não ser…

(Nº 10) – Nº 5, pegue-a. Você é quem possui o maior poder no nosso grupo, assim ela ficara mais forte com você.

Nº 5 pegou a espada que seu pai jogara e colocou-se em posição de embate. Pandora vacilou em seu sorriso. Estava calculando o tempo de ataque. Atacaria a qualquer momento, quando visse que seria mais seguro e sem riscos da espada encostar nela.

(Pandora) – Vamos ver como essa lâmina se sai contra meus poderes.

Pandora levantou a mão e algo muito estranho aconteceu.

Ao contrário de um golpe de ki, de dentro da mão da imortal saiu um pequeno casulo em formato de caixa que ficou flutuando a sua frente. Ela pegou-o e abriu.

O efeito foi imediato. De dentro da pequena caixa, saíram milhares de insetos que nenhum dos guerreiros jamais tinha visto. Uma nuvem negra e enorme se formou. Após alguns segundos, a nuvem se moveu como um todo contra N° 5 que desferiu um golpe com a espada e inúmeros insetos caíram mortos. Antes de tocar no chão, porém, eles voltaram à vida e lançaram-se conta o robô.

Nº 5 desapareceu em meio à nuvem que crescia de forma surpreendente. Inúmeros insetos caiam da massa compacta e voltavam quando se recuperavam do ataque. Um golpe de ki explodiu uma parte da massa de insetos que simplesmente desapareceu em meio ao ki em combustão.

Mas não adiantou. Os insetos restantes fecharam o buraco aberto e muito mais saiam da caixa aberta. Não precisava ser muito bom em matemática, e os guerreiros Z, em exceção dos andróides, não eram, dava para ver que em poucos minutos haveriam insetos o suficiente para criar um casulo impenetrável por ambos os lados.

Não se sabia se o casulo tinha o objetivo de prender seu inimigo ali ou se faria uma coisa mais sinistra, mas parecia meio estranho simples insetos derrotarem um robô, ou será que não?

(Pandora) – Onde está o poder de sua espada agora, mortal mecânico-orgânico?

Seraphium se afastava devagar de Pandora. Criava distância entre eles, mesmo olhando enraivecido para os guerreiros Z. Parecia estar planejando um ataque perfeito. Um bote que ninguém veria ou esperaria. Estava esperando uma brecha na guarda de Nº 10 que não tinha parado de observá-lo nem mesmo para ver o que estava acontecendo com seu filho.

O casulo estava crescendo mais e mais e os guerreiros Z tiveram que se afastar dela.

Então houve um craque metálico muito forte lá no fundo dela. Um quantidade absurda de insetos caíram rumo ao chão antes de voltaram ao ataque. Ou Nº 5 atacara, ou fora atacado com tanta força que muitos morreram por instantes.

(Niko) – Como podemos vencer disso?

(Pandora) – Vocês não podem.

(Niko) – O objetivo é nos prender dentro disso então?

(Pandora) – A não, o objetivo é muito mais sinistro que isso. Além de prender, os insetos estão atacando seu amigo e logo, logo ele perecerá frente ao poder e quantidade de meus filhinhos.

Seraphium moveu a cabeça meio milímetro para cada lado. O sinal afirmativo de que não era um blefe foi direcionado a Nº 10 que ficou confuso por um instante. Por que Seraphium estava ajudando eles?

Outro estrondo ensurdecedor de metal sendo retorcido. Um barulho abafado parecido horrivelmente com um grito.

Nº 5 estava perdendo uma batalha dentro da esfera que parecia ameaçar ficar maior que o planeta se Pandora não fechasse a maldita caixa.

A caixa.

(Niko) – Nº 10, está pensando o mesmo que eu?

(Nº 10) – Temos que fechar a caixa.

Novamente a cabeça de Seraphium se moveu um milímetro para cima e um milímetro para baixo em sinal afirmativo.

Niko se lançou diretamente contra a imortal e recebeu um soco no rosto que esfarelou seu nariz e o lançou contra a imensidão do céu, lançando-o ao espaço aberto.

(Pandora) – Ninguém vai tocar nessa caixa, jamais…

Mas o casulo explodiu. E Nº 5 saiu do centro dela com a espada toda rachada. Com um golpe certeiro rompeu a caixa e quebrou definitivamente a espada. A caixa destruída fez os insetos pararem de ser criados e os mortos não retornaram a vida.

Pandora tinha um olhar enfurecido e deu um soco com tanta força contra Nº 5 que seu corpo inteiro explodiu com o impacto, virando uma chuva de peças de metal com o chip inteiro flutuando no meio delas e pedaços esfarelados de cérebro.

Os insetos restantes, mais de 90%, se agruparam em torno da chuva de metal e os restos de Nº 5 sumiram no meio delas.

(Nº 10) – As leituras de Nº 5 acabaram. Ou não posso senti-lo dentro dessa coisa ou ele…

Quando o silêncio desagradável encheu o ar, Niko veio sabe-se lá de onde e lançou um golpe gigantesco de ki contra o casulo que desapareceu em ki em combustão.

Após o ki desaparecer, sobrou no ar, poucos pedaços de metal e um chip em que a luz piscava intermitentemente, quase como se estivesse a ponto de ficar sem bateria.

Goku Jr., encarregado no momento do saco de senzu’s, voou em direção do chip e levou uma senzu que jamais seria comido por aquilo.

Os pedaços no ar se organizaram formando um cabeça mal montada, que comeu a semente. O efeito foi estranho.

A cabeça se completou inteira. O cérebro deve ter sido reconstituído. Uma grande quantidade de corpo projetou-se para fora da cabeça. Algo em torno de um peito e um toco de braços. Ele precisou comer uma segunda senzu para que o corpo destroçado recuperasse com um todo.

(Nº 5) – Essa foi por pouco. Muito, muito pouco.



Nº 5 seria capaz de deter um novo ataque das Pragas de Pandora? Os guerreiros Z seriam capazes de lutar contra ela? Por que Seraphium deu pequenas dicas a Nº 10 se ficou do lado da irmã? Será que os nossos amigos terão mais um aliado?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “A Traição de Seraphium”

2 Respostas to “Episódio 121: As Pragas de Pandora”

  1. Wesley said

    aguardando a continuação

    • gabrielr15 said

      Já estarei postando uma continuação. Entrei na época de provas e fechamento de Grau A na faculdade e infelizmente não pude despender tempo algum a esse projeto.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: