Dragon ball B.T.U

O Universo não é o limite

Episódio 115: O monstro com mesmo poder que Select: Viverus

Posted by gabrielr15 em agosto 10, 2012

Select cortava o vazio quase infinito do cosmo, rumo ao planeta-casulo do terceiro imortal.

Seus pensamentos estavam bem longes de sua missão. Seu foco era o homem que o olhara no inferno. Por mais fraco que o homem parecia ser se comparado a ele, Select sabia que ele estava escondendo seu poder e que era muito poderoso, e não apenas isso, ele sabia que aquele homem emanava energia boa e não energia maligna, então porque ele estava no inferno? O que isso significava?

E o pior era a forma como o homem o olhara. Ele estava intrigado, parecia que conhecia Select, ou tinha visto algo familiar nele.

Será que ele conhecera seu pai? Será que aquele homem teria conhecido Slave em uma das vezes que Slave morreu? Ou quem sabe até no mundo dos vivos? E quem sabe até na Terra?

E então Select estacou. O deslocamento de energia provocado pela sua viagem fez seus cabelos voarem para frente. Seu olhar era de alguém apavorado.

O homem possuía cabelos prateados e um fogo prateado em torno de si. Fogo de energia era sinal de transformação de ki, e Select possui uma, se chamava Super Sayajin. E aquela apesar de ser diferente na cor, parecia ser a mesma transformação pelo qual ele passava. Será que aquele homem era um sayajin como sua mãe? Será que aquela era uma das fases seguintes do Super Sayajin? Até agora Select só tinha conseguido liberar a fase 2 e ele sabia que se havia uma segunda fase, haveriam mais. Sua mãe não soube lhe explicar isso muito bem, pois no tempo dela era raro um super sayajin comum aparecer, quem dirá um com uma segunda transformação.

Ele precisava descobrir quem era aquele homem, a chave de tudo era ele, isso Select tinha certeza. Aquele homem era muito importante nessa história toda, e algo lhe dizia que era um sayajin e que ele conhecera seu pai. Talvez estivesse no inferno, até porque seu pai o matou. Quem sabe?

Então Select começou a voar novamente em alta velocidade. O planeta-casulo não devia estar muito longe agora, e logo ele liberaria Viverus.

Viverus. Esse sim tinha grandes histórias. Cada um dos imortais tinha sua característica dominante.

Seraphium era, sem nenhuma palavra melhor para descrever, mole. Apesar de ser implacável, odiava ser imortal e tinha inveja dos mortais.

Pandora era cruel. Nada nem ninguém jamais amoleceram seu coração de pedra. Ela matava e destruía e ponto. Não havia nem mais nem menos.

Viverus já era diferente. Ele era centrado. Calculista. Enquanto os outros dois se deixavam levar por suas emoções exageradas, Viverus não se deixava abalar por nada. Era implacável também, mas muito mais forte que os outros dois.

E ele tinha um propósito. Isso o diferenciava dos outros. Ele aceitou a imortalidade por seu propósito. Ele tinha tomado esse destino para vingar sua família que foi morta por um guerreiro muito poderoso. Como a espécie desse guerreiro podia viver milhares de anos e como ele era muito forte, Viverus buscou a imortalidade para enfrentá-lo e matá-lo para concluir sua vingança.

Mas ele falhou. Esse guerreiro, também se tornou um imortal. Eles batalharam durante séculos, e no final chegaram a um acordo diplomático. Quando um descobrisse como anular a imortalidade, eles voltariam a lutar. Viverus buscou nos quatro cantos do universo uma forma de morrer, e conseqüentemente do outro morrer também.

Interessante a história para Select, apesar dele não entender porque ele buscava algo que podia matá-lo também, lhe agradava a idéia do vingador imortal, porque por menos que ele admitisse, ele também queria se vingar por seu pai. Era seu objetivo com todo esse plano elaborado pela imortalidade.

Select e Viverus eram parecidos em seus propósitos. Cruéis e vingativos.

E então ele viu o planeta no seu campo de visão aumentado graças ao ki. Em cerca de 30 segundos chegaria nele. Um planeta congelado, esquecido na borda ocidental de uma galáxia morta.

Ele aterrissou em sua superfície e viu o que há muitos séculos poderia ter sido um planeta habitável. Ele apontou a mão para o chão e lançou um golpe de ki. A energia criou uma cratera e depois escavou ao fundo do planeta. Após alguns segundos ela retornou, e Select se desviou dela.

Ele entrou algumas centenas de quilômetros ao fundo do planeta e chegou ao grande casulo. Foi até o ponto com o buraco e se anunciou.

(Select) – Olá Viverus, aqui quem vos fala é Select, filho de Slave. Vim libertá-lo para conseguir a imortalidade.

(Viverus) – Olá Select. Realmente se acha capaz de me libertar?

(Select) – Sim. Eu…

(Viverus) – Sabe que precisa libertar nós cinco para se tornar imortal?

(Select) – Sim, eu…

(Viverus) – E já libertou algum outro?

(Select) – Não vai me desdenhar como os outros?

(Viverus) – Desdenhar? Então você realmente foi capaz de libertar Pandora?

(Select) – Não apenas Pandora, mas Seraphium também.

(Viverus) – Interessante. Aparentemente o universo mudou nesse tempo todo. Sabe que os casulo tem nosso poder, não sabe?

(Select) – Sei.

(Viverus) – E sabe que seu poder máximo é igual ao nosso, pois atingimos o poder máximo?

(Select) – O lacre do ki foi desfeito. Não existem mais limites de poder.

(Viverus) – Interessante. Se for assim, me diga, você é então mais forte que os outros dois imortais que libertou?

(Select) – Sim.

(Viverus) – Sabe que o casulo é feito do poder de quem está aprisionado nele?

(Select) – Também sei disso.

(Viverus) – Então sabe que terá que ter um poder no mínimo igual ao meu para poder romper o casulo. E já vou avisando que tenho muito mais poder que os outros dois. Não será tão fácil romper meu casulo.

(Select) – Vou tentar.

E Select se tornou Super Sayajin. E logo em seguida Super Sayajin 2. Ele apontou a mão para o casulo de esfera azul e lançou o seu golpe mais poderoso contra as paredes do casulo. Ondas de energia começaram a sair por toda a esfera e o poder começou a ser refletido e ao contrário do ataque a esfera de pandora, o poder refletido não foi facilmente revertido para a esfera. Select estava começando a perder contra seu próprio poder que estava se expandindo rapidamente.

(Select) – O Que está acontecendo? Como não sou capaz de romper essa esfera!

(Viverus) – Você se baseou muito em sua auto-confiança, e não percebeu que eu sou mais forte que você.

E então a esfera inteira brilhou e lançou um grande poder de volta contra Select. Então ele revidou lançando todo o seu poder. Nunca antes ele teve de se esforçar tanto, e mesmo assim a esfera lançava ki de volta.

Então chegou um ponto que uma esfera de ki em combustão se formou no meio do caminho entre Select e o casulo. A esfera de ki estava dividida exatamente ao meio, mas lentamente o lado de Select diminuía. Na velocidade que estava, demoraria no mínimo duas horas para Select morrer.

(Viverus) – Interessante, na verdade nós temos o mesmo poder pelo o que parece.

(Select) – E como posso te libertar assim?

(Viverus) – Eu vou me ferir mortalmente e meu poder vai diminuir por um milésimo de segundo, então você ganha. Quando digo um milésimo, estou falando um milésimo mesmo e vai diminuir apenas umas dez ou vinte mil unidades de ki.

Então a esfera de Viverus foi tomada pelo poder de Select que foi contra o casulo e o explodiu.

Viverus caiu no chão e olhou diretamente para Select. A mão de Viverus estava encravada em seu próprio peito, e o resultado era estranho. O peito se reconstruía e explodia a mão dele, que por sua vez se reconstruía e explodia o peito, e assim num circulo sem fim.

(Select) – Bem vindo Viverus.

(Viverus) – Bem, agora está na hora de lutarmos. Só lhe ajudarei se me derrotar. Mesmo se libertar os outros e não me derrotar, não haverá imortalidade para você.

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “Viverus contra Select: Quem sairá vencedor?”

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A História de cada Imortal

Posted by gabrielr15 em agosto 3, 2012

Olá

Estou passando para dizer que quando comecei a escrever essa saga, meu objetivo era totalmente diferente do rumo que ela está tomando. Essa saga era para ser voltada a Select, uma batalha sem precedentes contra o semi-imortal filho de Slave.

Lá pelo meio do caminho, a idéia dos imortais simplesmente brotou e ao invés da imagem de Master falar que Select estava indo para a Terra, a imagem revelou a história desses imortais.

Desde o começo eu pintei eles como monstros sem coração, e eles o são. Mas existe um motivo pra cada um dos cinco chegarem a onde chegaram. Seraphium tinha medo da morte, Pandora será explicado em breve. O próximo imortal Viverus, vai mostrar um outro motivo para se tornar imortal. Ele não virou imortal por ter medo da morte, ele se tornou imortal para concluir um objetivo e por mais estranho que pareça, ele busca uma forma de matar os imortais.

O que estou dizendo, é que essas idéias malucas simplesmente brotam e que vão ter algumas reviravoltas logo em seguida na história.

Goku vai dar as caras em um dos próximos episódios, e os próximos 3 episódios não serão focados na batalha de Seraphium e sim no próximo imortal a ser libertado, sua história e um combate bem interessante, que vai mostrar que Select está mexendo com coisas que não devia.

Se alguém tiver alguma sugestão, pode ser qualquer coisa, desde um “não gostei dessa parte”, até um “cara, eu tenho uma ideia incrível para o próximo imortal, ele deve ser…” estou receptivo. Só comentar aqui em baixo desse post ou no episódio principal da home page que eu vou ler e vou responder.

Segue abaixo o próximo episódio.

Abraços,
GabrielR15

P.S. O ritmo da história está mais paradão que o que eu usava antigamente, porque várias vezes me reclamaram que muita coisa acontecia em um mesmo episódio, e que muitas coisas aconteciam em um intervalo de 2 ou 3 episódios, muitas transformações sayajin e soluções rápidas. Além do mais no Dragon Ball original, qualquer coçada de nariz durava cinco episódios e qualquer cinco minutos era na verdade vinte episódios. E os últimos da batalha de Slave foram um sucesso, com a Genki-Dama que durou vários episódios como no anime.

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Episódio 114: Surge Niko5

Posted by gabrielr15 em agosto 2, 2012

Seraphium olhou para todos os guerreiros sem entender por um instante.

Se havia alguma coisa que um imortal não conseguia processar de forma nenhuma, era a ressurreição. Para ele, um ser deveria desaparecer com a morte e ponto final. O garoto havia feito isso e agora esses outros guerreiros também. O que aconteceu nesses anos todos que ele tinha ficado aprisionado? A morte deixou de se tornar definitiva? No tempo dele quem morria não voltava mais. Todos temiam a morte.

(Seraphium) – Como vocês podem voltar?

(Nº 5) – Existem sete esferas, as esferas do dragão, que realizam qualquer desejo de quem as possua. Com elas podemos nos reviver sempre que somos mortos.

(Nº 10) – A única desvantagem é que a cada três desejos elas são espalhadas pela galáxia e ficam um tempo sem poder ser usadas.

(Seraphium) – E porque vocês não as utilizaram de uma vez para ficarem imortais?

Niko balançou a cabeça. Os andróides encararam o imortal. Piccolo se pronunciou.

(Piccolo) – A imortalidade é contra todas as leis da natureza. Mesmo que isso pudesse ter evitado diversos problemas e situações terríveis em que estivemos, jamais sequer pensamos em fazer isso e mesmo assim sempre sobrevivemos. A verdadeira imortalidade não é não poder morrer como você, mas sim lutar cada dia para viver.
E quando morrer, ser lembrado por aqueles que sobreviveram. Atinge a imortalidade, apenas quem vive dentro dos corações dos outros depois que parte.

(Seraphium) – Comovente.

(Niko) – Não é nada que você entenderia.

(Seraphium) – Exatamente, eu nunca morri.

(Niko) – Não foi isso que eu quis dizer. Provavelmente não há ninguém nesse universo que vá lembrar de você quando você morrer. Ninguém para você ficar no coração.

(Seraphium) – Isso não é um problema, eu não vou morrer jamais.

(Nº 10) – Sabemos disso, você vai desaparecer.

(Seraphium) – Muito improvável.

(Goku) – Amigos, se apressem!

Todos olharam para cima novamente, inclusive Seraphium. Ele não estava entendendo essa voz. Quem estava conversando com eles, que não possuía poder algum?

(Goku) – O Sr. Kaioh disse que algo está se aproximando da galáxia do norte em alta velocidade. Em poucos minutos, entrara no campo de ki que vocês podem sentir. Eu não posso falar muito mais tempo, apenas apressem-se e ganhem a luta…

(Seraphium) – Chega de tudo isso.

Mas apesar de não querer demonstrar, Seraphium estava apavorado. Ele sabia que provavelmente Pandora estava indo ao encontro deles e por mais que ele quisesse juntar o grupo dos imortais, ele não gostava de nenhum dos outros. Dos cinco ele era o único que sentia falta de todos que ele conhecia e amou que já desapareceram. Era o único que sentia inveja dos vivos, por poderem morrer e se encontrar seja lá onde os mortos fiquem.

(Nº 5) – Eu concordo.

Nº 5 passou para a forma Ultimate, liberando todo o seu poder de uma vez só. Ele estava pouco abaixo do poder hediondo de Seraphium. Ele possuía 80% do poder do monstro.

(Nº 5) – Mas eu quero lutar com você sozinho.

(Nº 10) – O que você está dizendo?

(Nº 5) – Em exceção da luta contra Freeza, eu nunca lutei antes fundido, e por mais que eu tenha me fundido nos treinamentos, eu prefiro lutar com meu próprio poder. Sei que talvez eu não tenha chance, mas eu vou ao menos tentar. Eu tenho um pouco do poder de todos aqui, em exceção dos garotos, e herdei a capacidade de aumentar o poder de cada um de vocês. Meu poder cresce a uma razão muito maior que a de vocês, porque soma as energias de vocês todos. E eu vou tentar ganhar a qualquer custo.

(Seraphium) – Quer morrer?

(Nº 5) – Não se exalte muito, se o bicho pegar de verdade, eu me fundo e acabo com você.

(Seraphium) – Vamos testar seus limites então, mortal.

E Seraphium sorriu. No planeta de origem dele, ele era um lutador. Ele tinha paixão pelas lutas que a muitos anos ele perdera, mas agora aquela sensação boa de lutador estava preenchendo ele novamente. Quando ele matou Nº 5, toda a energia negativa tinha sumido dele e ele pela primeira vez em tanto tempo estava em paz, sem a dor consumindo-o. Mesmo sem querer, ele estava ficando mais gentil.

E o ataque começou. Nº 5 e Seraphium começaram um combate corpo a corpo inimaginável. Nº 5 utilizava o mesmo estilo de Vediho de lutar, enquanto os movimentos de Seraphium eram mais frios e mais calculistas, mas havia animação neles, uma animação que não havia antes e por mais que os presentes não entendessem, eles estavam lutando no mesmo nível. Seraphium havia diminuído seu poder. Mas por quê?

(Nº 5) – Pare de brincar comigo, BIG BANG KAMEHAMEHA!!!

E o poder do andróide atingiu Seraphium em cheio que desapareceu em meio ao ki em combustão que ficou explodindo em pleno ar por alguns instantes, então todo o ki explodiu para fora e por pouco não atingiu o robô. Os restos do poder atingiram o solo do planeta por toda a parte, sem causar nenhum arranhão.

Seraphium voou e bateu com tudo na cara de Nº 5 arrancando sua cabeça. O corpo do andróide em pleno ar se desmontou por inteiro e se remontou com a cabeça no lugar e com o braço em torno do pescoço de Seraphium. Nº 5 então o arremessou contra uma montanha e o mesmo se chocou com toda a força se rachando por inteiro. No instante que as rachaduras se fecharam, Nº 5 chegou e enfiou um soco diretamente contra a cabeça da Seraphium, explodindo-a e explodindo a própria mão contra a montanha indestrutível.

Com a mão inteira, o robô encheu o corpo do imortal de milhares de golpes por milésimo de segundo, causando diversos pontos de rachadura por sua superfície enquanto a cabeça se refazia. Mas Seraphium ficou novamente indignado.

(Seraphium) – COMO OUSA SEU LIXO HÍBRIDO ELETRÔNICO E ORGÂNICO!

E então Seraphium criou uma esfera de ki em sua mão que cresceu exponencialmente. Quando ela tomou todo o céu acima deles ele a comprimiu, tornando-a menor que uma bola de futebol, então ela começou a crescer novamente.

Nº 5 se afastou o máximo que pode ao perceber o que Seraphium ia fazer. Se aquele ataque se efetivasse, provavelmente seria o seu fim e todos os que ali estavam. Seraphium estava criando um golpe de ki com todo o seu poder, ou seja o suficiente para matar a si próprio se não fosse imortal.

(Seraphium) – Eu digo que se quer mesmo lutar e sobreviver, se junte ao outro senão não vai poder enfrentar esse golpe. Eu demorei séculos para aperfeiçoá-lo e quando concluído, nada vai restar num raio de uma galáxia, em exceção talvez desse planeta.

Todos ficaram preocupados. Eles ainda estavam na galáxia do norte, e se ela fosse completamente destruída talvez chegasse ao planeta supremo localizado no centro do universo.

(Nº 5) – Eu vou seguir seu conselho, você realmente é muito mais forte do que eu esperava.

E então ele voou até Niko e os dois fizeram o ritual da fusão.

Após uma explosão de energia, Niko5 apareceu na frente de todos, esbanjando o poder mais que necessário para deter o imortal se o mesmo não fosse imortal.

(Niko5) – E lá vamos nós!

E então ele começou a carregar o seu próprio poder para o combate.

Serão eles capazes de destruir Seraphium em ataque múltiplo de ki? Será que eles poderão atacar Seraphium corpo a corpo e destruir sua cabeça e eliminá-lo? E Pandora estará chegando para a batalha e o salvará? E Select já terá chegado ao terceiro imortal?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “O monstro com mesmo poder que Select: Viverus”

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Guerreiros Z
Gorin SS7 – 70.000.000.000
Yuki SS7 – 70.000.000.000
Goku Jr. SS3 – 20.000.000.000
Vegeta Jr. SS3 – 210.000.000.000
Niko – 220.000.000.000
Piccolo – 7.000.000.000
N° 10 Ultimate – 450.000.000.000
N° 5 Ultimate – 800.000.000.000
Fusões
Goryuki SS7 – ???.???.???.??? Niko10 – ???.???.???.???.???
Niko5 – ?.???.???.???.???
Inimigos
Seraphium – 1.000.000.000.000
Pandora – ?.???.???.???.???
Viverus – ?.???.???.???.???
Select – ?.???.???.???.???

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Episódio 113: Morte e Ressurreição

Posted by gabrielr15 em julho 27, 2012

Goku estava sentado calmamente sobre o chão em um campo gigantescamente verde e cheio de vida, um lugar que qualquer ser poderia chamar de paraíso, e na verdade era mesmo o paraíso.

Sua cabeça estava a mil. Ele não encontrou Dai-Kaioshin nem Kibishin no planeta Supremo. O Sr. Kaioh e o Super Sr. Kaioh não sabiam de nada nem aonde os supremos haviam ido. O universo estava com suas principais divindades desaparecidas.

Ele sabia que talvez eles estivessem resolvendo alguma grande questão dos vivos e era isso, acima de tudo, que o preocupava. Ele tinha sentido o ki de Slave.

Na verdade era parecido com o ki de Slave da mesma forma que o ki de Master era parecido com o ki de Slave. Era o mesmo ki, só mudava a forma como ele se apresentava. E era uma garoto, decididamente um garoto muito parecido com Slave. E isso era o que mais o assustava, além do fato dele ter simplesmente desaparecido do inferno o que levava Goku a pensar que ele havia revivido.

Goku queria saber o que estava acontecendo no mundo dos vivos. Mas ele não precisou esperar muito, pois Gorin veio correndo em sua direção.

No mundo dos vivos a situação estava complicada.

A morte de Niko realmente causou uma melhora no vazio de Seraphium, o suficiente para ele sorrir de felicidade, só para logo em seguida gritar de dor, um grito espectral, parecia que ele estava sendo torturado e sofrendo a pior dor do universo. Ter a cabeça explodida, os braços arrancados, nada fizera ele gritar, agora esse ataque doía mesmo. Após 5 segundos de gritos, Seraphium se aquietou, respirou fundo duas vezes e observou os guerreiros Z.

(Seraphium) – A vez do andróide agora.

Nº 5 voou com toda a velocidade contra Seraphium e com um soco Kamehameha empurrou a cabeça de Seraphium até o chão e entrou dentro da mesa batendo contra o chão e a mão de N° 5 explodiu contra o chão após transpassar a cabeça de Seraphium.

O processo de cura acelerada fez com que o braço de N° 5 explodisse antes mesmo dele pensar em algo e Seraphium inteiro arrancou a cabeça do andróide com as próprias mãos, ao que a esfera negra atravessou N° 5 explodindo seu chip, e Seraphium arrebentou a cabeça do andróide com as próprias mãos.

E por fim o seu golpe de ki exterminou Nº 5 para sempre.

Isso foi tão rápido que quando N° 5 desapareceu por completo, N° 10 que tinha partido para o ataque quando Seraphium arrancou a cabeça de N°5 e agora ele chegou no imortal e bateu com toda a sua força contra o peito dele transpassando-o e explodindo sua própria mão e braços e criando rachaduras por toda a superfície do imortal.

Mas ele nem se deu ao trabalho de fazer nada com o andróide. Ele riu, completamente em paz e extasiado com a morte de N° 5 que preencheu completamente o seu vazio interior. E logo em seguida a dor que parecia que estavam torturando ele em níveis inimagináveis e por fim duas respiradas e ele estava bem.

Enquanto isso o braço de Nº 10, ou pelo menos o que restara dentro de Seraphium se desfez por completo quando ele se regenerou. A mão de Nº 10 e um pedaço do braço se regeneraram e ficaram no ar flutuando a uns 5 cm do toco que sobrara do braço do andróide. O espaço de 5 cm era o que havia desaparecido. O braço do andróide se remodelou inteiro na frente de todos, ficando ligeiramente mais magro que o outro para se encaixar e ter o mesmo tamanho.

Seraphium havia ficado completamente imóvel agora e estava de olhos fechados e tinha um pequeno sorriso no rosto. Se o mundo explodisse ele nem notaria, estava em paz. Depois de tantos anos universais, ele estava em paz. O vazio se preenchera por completo com a morte de N°5, ele realmente tinha muito poder agregado.

Os olhos que olharam para os guerreiros estavam um pouco menos frios que antes e as leituras de Nº 10 indicavam que o buraco negro do peito de Seraphium tinha quase desaparecido por completo.

(Seraphium) – Fazia tantos anos que eu não sentia isso.

(Nº 10) – Seu desgraçado, matou Nº 5 e Niko!

(Seraphium) – E foi o suficiente desse poder por enquanto.

E a esfera negra desapareceu. Seraphium caiu de joelhos no chão fazendo força para não gritar.

(Seraphium) – Agora…

(Goku) – Não se preocupem eles já estão voltando, Niko, Nº 5 e Gorin.

Todos olharam para todos os lados ao ouvirem a voz de Goku.

(Piccolo) – Goku?

(Goku) – Eu estou falando por intermédio do Sr. Kaioh, e amigos não desistam, vocês podem acabar com ele! Desculpe não poder ajudá-los, essa batalha é com vocês…

E então Niko, Nº 5 e Gorin apareceram flutuando ao lado de Piccolo, ressuscitados e prontos para a batalha que estava por vir

Seriam eles capazes de se fundir e acabar para sempre com Seraphium? E aquele poder do inimigo, serão eles capazes de impedir que ele o refaça? E Pandora, ela aparecerá para ajudar seu “irmão”? E Select se tornará mesmo um imortal?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “Surge Niko5”

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Pedido de Desculpas e Retorno de Beyond The Universe

Posted by gabrielr15 em julho 21, 2012

Antes de tudo, venho, pelo que parece ser a milésima vez, pedir desculpas pelo abandono desse site. Muitas coisas aconteceram em minha vida, das quais muito poucas interessam aos leitores. Resumindo, completei meu terceiro semestre de faculdade, e subi de cargo em meu emprego. Trabalhei e estudei e tive muito pouco tempo para despender com esse projeto. Não apenas com o BTU, mas com meus outros projetos também. Talvez ninguém aqui saiba, mas além de BTU, eu mantinha um RPG baseado no Mundo Mágico de Harry Potter, e escrevia duas outras histórias simultaneamente, nenhuma das duas nesse modelo de blog de BTU, as outras duas são livros que venho escrevendo a algum tempo com o intuito real de publicar, então não posso falar muito deles aqui.

Além disso, quando recomecei o BTU, matinha um blog de humor, que também já esta desativado e é um projeto descontinuado, não pretendo voltar a ativá-lo. Agora estou de férias da faculdade e decidi reativar esse projeto, mas decidi criar uma garantia de que postaria os episódios, então, escrevi eles primeiro e ja lancei no post automatico do site. A principio, haverá um episódio por semana, se algo ocorrer e eu conseguir adiantar mais episódio da próxima saga, sim após o saga dos imortais já tenho planejado mais duas, poderei antecipar os posts, mas a principio teremos um episódio por semana.

Mais uma vez peço desculpas, e obrigado por todos os que lerem essa mensagem.

Não mais atenciosamente, mas sim agradecido,
GabrielR15

P.S. Logo abaixo está o novo episódio de Dragon Ball BTU

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Episódio 112: Pandora

Posted by gabrielr15 em julho 21, 2012

Os seres de um pequeno planeta na borda ocidental da galáxia Yuguy, que não haviam desenvolvido nenhum modo de voar por conta própria ou por máquinas, entraram em pânico quando um risco rompeu o seu céu. Apesar de não possuírem ki, eles tinham uma visão tão potente que conseguiram ver a coisa que riscara o céu.

Era um garoto, ou melhor, parecia um garoto. Era alto e possuía longos cabelos vermelhos. Havia um brilho branco que o envolvia enquanto ele cortava o céu.

Mas os seres desse planeta não tiveram muito mais tempo para estudar o garoto, porque ele percebera a atenção dos habitantes e como ele deveria ser invisível em sua busca, destruiu o planeta inteiro.

O garoto era implacável. Seu objetivo era a imortalidade. Ele tinha sido treinado por sua mãe, Levinda a destruidora de mundos que na verdade era uma criatura extremamente fraca com um complexo de superioridade muito grande.

Apesar de ensinar muito para ele, ela não era uma mulher do tipo maternal, não era costume entre os sayajins, os filhos nasciam e eram enviados a outros planetas para se tornarem guerreiros, e Levinda era uma sayajin típica. Ela não amava o garoto, tinha orgulho de ser mãe de uma criatura tão poderosa, mas amor, amor de verdade não. Seu coração não conseguia processar algo como o amor.

E como ela não teve amor pelo garoto, o garoto também não aprendeu a amá-la, aprendeu a se sentir um ser muito poderoso e aprendeu a ser implacável.

A soma dos fatores fez com que um dia ele enchesse o saco de sua mãe que já estava começando a parecer uma velha e a matasse a sangue frio e saísse pelo universo para cumprir a missão que ela o instigara. Terra. Um pequeno planeta verde-azulado onde seu pai tinha ido e do qual jamais voltara. Seu pai sim ele aprendera a respeitar e até reverenciar. Era mais forte que ele e mesmo assim jamais voltara.

O garoto então decidiu se tornar verdadeiramente imortal antes de enfrentar os guerreiros que deveriam haver na Terra.

Mas como? Ele desbravou o universo procurando indícios de uma forma de se tornar verdadeiramente indestrutível. Durante a sua jornada não apenas descobriu que existiam cinco verdadeiros imortais no cosmos como também descobriu histórias sobre seu pai Slave e descobriu que há muitos anos uma voz de um ser chamado Goku pediu ajuda a todos os seres do universo para darem um pouco de sua energia para eliminar Slave.

Descobriu onde os imortais estavam aprisionados e que eles prometeram que dariam a imortalidade a quem os libertasse.

E então partiu em busca dos chamados planetas casulos.

O primeiro que encontrou era o planeta onde estava aprisionado Seraphium, ele o libertou com extrema facilidade e exigiu que Seraphium o tornasse imortal.

Seraphium disse que para ele ser imortal, precisaria libertar os outros, e num momento de descuido, Seraphium o matou.

O garoto aparecera em uma pequena fila em um salão suntuoso onde um ser gigantesco lia um livro e alguns seres saiam da frente dele indo para a direita, e outros entravam no chão. O garoto suspeitou que fosse para baixo, e descobriu por conta própria que ali naquela fila seu poder tinha sabe-se lá como sido suprimido, ele não podia tocar no “juiz” nem fugir do que ele determinasse. Interessante.

O homem o mandara para baixo após dar uma lida na lista de atrocidades que o garoto fizera.

E ele chegou ao inferno. Um lugarzinho bem estranho. Ficou afastado de todos, assombrado pelos enormes poderes que haviam ali. Escondido em uma montanha ficou vendo alguns guerreiros lutarem contra um homem com cabelos prateados que emanava grande quantidade de ki.

Esse homem notou a sua presença e encerrou o combate, mas quando ia em sua direção, o garoto sentiu a energia vital renovada dentro de si mesmo e se reviveu se transportando para o universos dos vivos, na frente de Seraphium.

Seraphium realmente se assustou e o garoto disse que podia voltar dentre os mortos, mas que mesmo assim não queria poder ir aos mortos. Para ver no que dava, o garoto informou a Seraphium onde havia guerreiros que lhe dariam uma luta válida. Seraphium partiu para a Terra louco por sangue, enquanto o garoto na verdade queria saber o que aconteceria se um imortal enfrentasse aqueles que mataram seu pai.

E assim ele voltou a partir dessa vez rumo a prisão eterna de Pandora, a imortal.

Pelas pesquisas que ele fizera, Pandora era uma humanóide extremamente linda e extremamente cruel. O povo de origem dela se distinguia da maioria dos humanóides pelo fato de que ela podia produzir outros seres vivos com as próprias mãos. E quando digo com as próprias mãos, estou dizendo que ela levanta a mão e um ser se cria, ou melhor, muitos seres. Ela podia produzir “pragas” por assim dizer. Devastou mundos inteiros com uma infestação de insetos extremamente cruéis e sanguinários, quando queria dar um tempo de destruição em reações em cadeia. Destruição completa por ki era muito sem graça para ela.

Se o garoto fosse arranjar uma fêmea para ele em algum momento, pensou ele, ela seria uma boa candidata, mas o problema de sua espécie é que ele não amava fêmeas, a única utilidade de uma fêmea seria variar a descendência se ele tivesse uma, mas ele não estava interessado nisso.

Ele pousou no planetóide e apontou a mão para o chão.

(Select) – Kikidan!

Um raio de energia rompeu o chão do planeta e entrou em seu fundo sendo rebatido logo em seguida para cima ao que Select se desviou no ultimo instante. Ele achara o casulo.

Desceu pelo buraco em instantes e lá estava a caverna onde havia um gigantesco casulo azul brilhante onde uma forma se movia lá dentro. Select sabia que em um certo ponto do casulo havia um pequeno furo por onde ondas sonoras podiam trafegar, apenas ondas sonoras. Ele foi até a frente desse pequeno furo

(Select) – Olá Pandora!

Após um longo silêncio onde as ondas eram refletidas e empurradas pelas camadas da esfera, chegassem lá dentro e outras ondas viessem lá de dentro e fossem refletidas até saírem, a voz de Pandora se fez ouvir.

(Pandora) – Mais um idiota querendo ser imortal?

Nota do Autor: Desconsideremos os atrasos de transferência de som

(Select) – Não um idiota, exijo mais respeito de seu libertador, mas sim quero ser imortal, e já sei que preciso libertar além de você mais três idiotas para conseguir isso…

(Pandora) – Respeito? Exige? Libertador? Faça-me o favor, você têm sorte que estou eternamente presa aqui, se não seria o seu fim. E não têm três além de mim, têm quatro.

(Select) – Eu sei que são cinco imortais, mas eu já libertei Seraphium…

(Pandora) – Que brincadeira infantil é essa?

(Select) – Não é brincadeira. Vou libertá-la agora!

Ele se concentrou por alguns segundos e um grande fogo dourado rompeu em volta de si. Mas não era o bastante. O fogo aumentou seu cabelos ficaram mais amarelos e menos laranjas e raios tomaram o fogo também. Esse era o seu poder máximo no momento. No momento.

Ele levantou a mão e uma grande quantidade de ki saiu dela chocando-se com a parede da esfera azul brilhantes. Ondas de energia saíram pelas bordas e uma grande quantidade de ki começou a ser refletida, mas o grosso do golpe de ki de Select era mais forte que o poder defensivo da esfera que começou a ceder sobre o poder. E energia passou mais bocados para romper a esfera, porque ela tinha um estranho poder de se regenerar, mais ou menos como o poder de regeneração dos imortais. Após alguns minutos o poder chegou na parte de dentro da esfera e ela explodiu, milhões de fragmentos dela voaram em todas as direções e Pandora caiu no chão. Aparentemente o poder a atingira também e a cortara ao meio, porque as pernas estavam escorrendo de seu corpo para fora.

(Pandora) – Quem é você e como fez isso?

Select voltou a ter cabelos vermelhos e sorriu para ela.

(Select) – Sou Select, filho de Slave, e quero a imortalidade. Seraphium foi para o planeta com criaturas que rivalizam meus poderes e eu sugiro que faça a mesma coisa, sei que esta sedenta por matar algo, mas não conseguirá fazer isso comigo.

(Pandora) – A essa altura Seraphium já deve ter matado todos, se diz a verdade…

(Select) – Seraphium não é tão forte quanto eles, desculpe-me mas ele apenas deve ser um saco de pancadas indestrutível nessa batalha…

(Pandora) – Esses guerreiros desse planeta ai são tão fortes assim?

(Select) – Não sei se o poder deles é o suficiente para me matar, mas o potencial deles é muito mais que o suficiente.

(Pandora) – Potencial?

(Select) – Eles podem aumentar seus poderes exponencialmente sempre que lutam.

(Pandora) – Acho que estou começando a gostar deles…

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “Morte e Ressurreição”

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Episódio 111: Os Dois Indestrutíveis

Posted by gabrielr15 em fevereiro 23, 2012

Gorin comeu uma senzu e antes mesmo de se recuperar por completo Seraphium estava inteiro e em sua frente.

Nº 10 e Nº 5 atacaram ao mesmo tempo, mas Seraphium estava preparado e com um golpe dividiu Nº 10 em milhares de pedaços de metal e com outro arrebentou a cabeça de N° 5.

Gorin e Seraphium se encararam nos olhos por um instante que durou uma eternidade. Gorin olhou nas profundezas negras dos olhos de Seraphium e um desespero sem igual o dominou.

Não havia vida naqueles olhos, eram olhos mortos e podres, mas não foi isso que o deixou em desespero, foi o que havia nos olhos de Seraphium. Dor. Desespero. Morte. Dor. Dor. E mais dor.

Entre o inferno e a vida de Seraphium, Gorin ficava com o inferno. Entre o fim por completo de sua existência e a vida de Seraphium, Gorin desapareceria. E então lá no fundo daquela negro cheio de dor havia um pedido mudo de que tudo aquilo acabasse.

Apesar de não admitir, lá no fundo Seraphium queria desaparecer.

E tudo se acabou. Seraphium explodiu a cabeça de Gorin com as próprias mãos.

(Goku Jr.) – NÃÃÃÃÃÃOOOOO.

Goku Jr. pulou e atacou Seraphium com toda a força. Seraphium foi lançado contra o chão, deu uma pirueta no ar e caiu de em pé.

Nº 5 estava esperando.

Quando Seraphium tocou no chão, Nº 5 usou o soco Kamehameha e bateu com toda a força na cara de Seraphium lançando-o de costas no chão. Nº 5 deu mais um soco na cara de Seraphium contra o chão.

A mão de Nº 5 entrou dentro da cabeça de Seraphium e se derreteu em ki e Nº 5 foi lançado para trás com o ímpeto da energia que saiu da cabeça de Seraphium e explodiu em pleno ar quando Seraphium o alcançou, inteiro, e lançou um golpe de ki em seu peito.

(Seraphium) – DEIXAR DE EXISTIR POR UM SEGUNDO QUE SEJA É HORRÍVEL, NUNCA MAIS FAÇA ISSO.

Nº 10 agarrou Seraphium por trás e o segurou para N° 5 se refazer. Nº 10 perdeu os braços quando Seraphium abriu os braços.

Seraphium estava enlouquecido de ódio. Nº 5 apareceu na frente dele e deu um soco Kamehameha em seu peito fazendo Seraphium se chocar novamente contra a montanha em que Goku morreu e do peito de Seraphium saíram rachaduras enormes que fizeram ambos os braços dele caírem ao chão.

Seraphium lançou um golpe de ki pela mão reconstruída e Nº5 explodiu em milhares de pequenos pedaços, mas antes que pudesse fazer mais alguma coisa, Goku Jr. arrancou-lhe a cabeça.

Goku Jr. pegou o braço de Seraphium caído do chão e o utilizou como um bastão com toda força contra o pescoço dele quebrando-o. Seraphium demorou um segundo inteiro para se refazer, e ai os guerreiros Z perceberam a fraqueza dele.

A idéia rompeu a mente de Nº 10. Separar a cabeça do corpo de Seraphium era a chance de ouro, ele não teria poder de ataque ou defesa pelo segundo que seu corpo se refaria, e nesse segundo todos deveriam bater na cabeça de Seraphium e arrebentá-la.

Mas Seraphium também sabia disso.

(Seraphium) – Não me matarão. Não vai ser tão fácil assim. Está na hora de acabar com isso.

Seraphium levantou as mãos para cima e uma pequena esfera negra se formou ali e ficou flutuando logo acima de sua cabeça. Nº 5, já reconstruído, bateu com toda força contra o ombro de Seraphium para arrebentar o braço do mesmo para cancelar o poder, mas o poder simplesmente ficou no mesmo lugar quando Seraphium foi lançado para trás, reconstruiu o braço e deu um soco incompreensível na cara de Nº 5 que se desmanchou.

(Vegeta Jr.) – Mas que poder é esse?

(Seraphium) – Esse é o golpe de energia mais poderoso que existe, pelo simples fato de que ele é feito da mesma coisa que eu sou feito.

(Nº 10) – E do que você é feito?

(Seraphium) – Eu sou feito da própria tessitura do espaço-tempo, em outras palavras, meu corpo é feito do mesmo material que faz o universo, pra ser mais especifico, eu me fundi a matéria inerente a tessitura do universo de forma que eu existo porque o universo existe.

(N° 10) – Isso quer dizer que está preso ao universo, e que se sair dele deixa de existir, pois não haverá tessitura para criar você.

(Seraphium) – O problema é que estou preso ao universo, não posso sair daqui, e aquele poder é feito da tessitura também. Indestrutível, ele anulara qualquer matéria que fique em seu caminho, ele pode atravessar qualquer coisa, é como uma pequena lâmina de espada que pode cortar qualquer coisa nesse universo.

(Yuki) – Mas se você têm um poder assim, porque não o utilizou para fugir de sua prisão?

(Seraphium) – Porque eu não tinha poder dentro da prisão, meu ki era drenado para a própria parede que me circundava, e esse poder aí é feito de eu mesmo, é uma extensão de meu corpo, apesar de romper tudo, é um nervo particularmente sensível de meu corpo. Causa muita dor usá-lo e o vazio em meio peito só aumenta com ele.

(Niko) – E porque está utilizando-o?

(Seraphium) – Porque apesar de eu odiar dizer isso, sou mais fraco que vocês.

(Niko) – Mais fraco que nós?

(Seraphium) – Sim, aquele robô tem um poder que quase me alcança e percebo que o corpo dele tem potencial para fusão com organismos vivos, o que o impede de se fundir com o outro Robô…

(Niko) – Então você percebeu a nossa arma secreta?

(Seraphium) – Secreta? Eu me fundi com a tessitura do universo, eu sei tudo o que há para se saber sobre fusões, prever uma artimanha como essa é inerente ao que sou.

(N° 5) – Então, meu caro Seraphium, como você deve ter percebido, não nos fundimos antes porque não íamos mostrar nosso poder antes de achar uma fraqueza em você e agora, que achamos, será o seu fim.

(Seraphium) – Na verdade, não será o meu fim, será o de vocês. Começando pelo de chifres.

E então, antes mesmo de alguém sequer processar a informação ou se mexer, a esfera negra se moveu a uma velocidade surpreendente e atravessou a cabeça de Niko como uma bala de uma arma faria com um ser humano comum. Ao sair do outro lado, ela deu uma volta e atravessou as costas de Niko saindo pelo seu peito.

Niko despencou de onde estava flutuando, inconfundivelmente morto.

E os guerreiros entraram em pânico.

 

Como os guerreiros Z impediriam esse poder aparentemente indestrutível? Seriam eles capazes de explorar o pequeno buraco na defesa de Seraphium? Serão os guerreiros Z realmente capazes de exterminá-lo? E se sim, serão capazes de deter o filho de Slave antes que ele liberte mais imortais e se torne um deles?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “Pandora”.

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Episódio 110: A Batalha no Planeta Arena

Posted by gabrielr15 em dezembro 20, 2011

Todos ficaram imóveis por alguns segundos e então muitas coisas aconteceram em um milésimo de segundo.

Primeiro Seraphium atacou.

Ele se moveu tão depressa e tão silenciosamente que ninguém percebeu o movimento a tempo. Em um instante ele estava atrás de Nº 10 e bateu com ambas as mãos dos lados da cabeça dele arrebentando-a.

No instante seguinte, Nº 5 estava dividido em três partes. Piccolo perdeu dois braços. Niko perdeu todos seus chifres. Gorin e Yuki perderam as mãos.

Os únicos que escaparam ao primeiro assalto foram os garotos e estes se sobressaltaram e se apavoraram ao ver o resultado do primeiro ataque.

Seraphium já estava na posição inicial esperando. Piccolo, Nº 10 e Nº5 se regeneraram. Gorin, Yuki e Niko comeram senzus.

(Gorin) – Como pôde fazer isso, quero dizer por que atacar assim, isso não causou dano algum!

(Seraphium) – Mas doeu. Eu já disse, não estou atacando para matar de cara. Quero que doa muito antes disso…

Nº 5 perdeu a cabeça e atacou com um grande golpe de ki. Seraphium desapareceu em meio ao ki em combustão e houve uma explosão descomunal onde o ki se foi. Seraphium estava no mesmo lugar sem nem mesmo um arranhão em seu corpo.

(Seraphium) – Isso foi desnecessário.

(Nº 5) – Seu ataque também foi.

Seraphium riu. Ele apareceu na frente de Nº5 que se assustou e atacou. Sua mão explodiu arrebentando o ombro direito de Seraphium, fazendo seu braço cair. Com o braço inteiro Seraphium atravessou Nº5 e retirou o chip.

(Seraphium) – Essa coisinha é você. Se eu destruir todo o resto e isso ficar, você volta. Agora sem isso, arrebento sua cabeça por completo e acabou. Frágil.

Nº 5 ficou sem ação. Ele não estava observando o seu chip, e sim o ombro de Seraphium. Em um instante todas as rachaduras se fecharam e um braço novo se criou escorrendo do ombro aos dedos. O braço antigo jazia no chão ao lado de Seraphium que não deu a mínima para ele. Então Nº 10 percebeu a chave do mistério. A recuperação de Seraphium não era como a dos andróides, de Piccolo, de Cell ou até de Slave. A recuperação de todos era “planejada”. Já a de Seraphium era espontânea. Acontecia, ele querendo ou não, decidindo ou não ela acontecia independentemente de sua vontade.

(Seraphium) – Surpresos com meu poder de regeneração?

Todos perceberam que se conseguissem arrebentar a cabeça de Seraphium ela se restauraria em um instante sem comando voluntario algum, ou seja, a chance de derrotar ele era em um milionésimo de segundo.

(Seraphium) – Como é estranha a imortalidade não? Ainda acham que existe uma maneira de me derrotar?

(Nº 5) – Só existe uma forma de descobrir.

Então Nº 5 utilizou a técnica que ele treinou durante os cem anos que se passaram desde a morte de Goku (80 reais e os 20 na sala do tempo) o soco Kamehameha.

A mão de Nº 5 sumiu em meio a ki e ele deu um soco com tanta força no ombro de Seraphium que dessa vez o braço se quebrou em vários pedaços deixando o chip cair no chão e o corpo de Seraphium rachou em vários lugares. Em um instante o chip retornou para dentro de Nº 5 e esse deu um novo soco Kamehameha na cabeça de Seraphium.

Foi um erro.

O estrondo foi ensurdecedor e houve uma explosão de energia. A cabeça de Seraphium rachou e pelas rachaduras saiu ki que derreteu a mão de Nº 5. Por meio milionésimo de segundo, Nº 5 percebeu por sua visão de milhares de fotos por segundo, que os olhos de Seraphium saíram de foco até o cérebro rachado se recompor, mas fora apenas isso, o cérebro só havia rachado e não arrebentado por inteiro.

Então Seraphium revidou.

A mão de Seraphium bateu com tanta força na cabeça de N° 5 que ela explodiu e ele deu duas voltas no planeta arena apenas com a força do impacto antes de Seraphium colocar a mão na frente e atravessar seu peito arrancando o chip fora.

(Seraphium) – Sabe como é horrível não ser nada? Como é horrível não sentir a si mesmo e nem lembrar de si mesmo por menor que seja o tempo?

E então Nº 10 atacou a mão de Seraphium e arrebentou o próprio punho para rachá-la, mas a mão de Seraphium se manteve fechada em torno do chip.

(Seraphium) – Confesso que ninguém nunca me proporcionou um combate que poderia ser chamado de digno. É divertido até lutar com vocês, me da uma leve idéia de desafio no final das contas.

A mão de Seraphium explodiu quando o chip de Nº 5 saiu de dentro dela e entrou no peito do andróide que regenerou sua cabeça.

Mas como sempre a mão estava inteira antes mesmo de eles perceberem.

(Gorin) – O seu ponto fraco, o ponto fraco de todos os inimigos que enfrentamos até hoje é o mesmo: excesso de confiança. Você acha que vai nos vencer e por isso nem se esforça pra vencer e alem disso não nos derrota de uma vez porque não nos considera ameaça digna, mas a verdade é que nós vamos uma hora ou outra conseguir reunir o poder necessário e vamos te deter!

(Seraphium) – E o velhinho está se achando muito forte…

(Gorin) – Eu não. Apenas acredito que temos um propósito e esse propósito nos torna mais fortes que todos os nossos inimigos, em especial você que não têm propósito algum…

Gorin tocou na ferida do ego de Seraphium e esse desapareceu e reapareceu com a mão dentro da barriga de Gorin.

(Seraphium) – Cadê o seu propósito agora?

Nº 10 e Nº 5 atacaram diretamente e arrancaram o braço de Seraphium que estava dentro de Gorin e lançaram Seraphium contra a montanha onde Goku morreu. Seraphium se chocou com tanta força na montanha que ele se rachou inteiro e perdeu uma perna, enquanto a montanha não sofreu nenhum arranhão.

E Nº 5 percebeu então uma vantagem estratégica que poderia dar a eles a vitória.

 

Que vantagem estratégica é essa que Nº 5 encontrou? Qual será a falha na defesa aparentemente indestrutível de Seraphium? Serão os guerreiros Z realmente capazes de matar um imortal? E como eles vão explodir o cérebro de Seraphium por inteiro se nem mesmo o ataque mais forte de Nº 5 foi capaz disso?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “Os dois indestrutíveis”.

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Episódio 109: A Terra é Destruída

Posted by gabrielr15 em dezembro 2, 2011

Seraphium gargalhou por um longo minuto inteiro onde os guerreiros Z restantes ficaram extremamente despreocupados e temerosos. Eles já haviam enfrentado tudo quanto é tipo de coisa, mas nunca uma criatura que não poderia morrer, nunca uma criatura que já não tinha mais um coração batendo e mesmo assim transitava por ai.

Seraphium era o inimigo que eles não conheciam. Todos os outros eram seres vivos que podiam ser derrotados e mortos, até mesmo Slave que não era de todo algo que eles conheciam podia ser derrotado e morto, e mesmo ele podendo voltar depois, ele ainda podia ser derrotado. Seraphium não era assim. Pela primeira vez a batalha não poderia acabar em ki em combustão, ela teria de acabar só com o combate físico, e um combate físico o suficiente pra arrebentar um cérebro de um ser imortal que se regenera quase instantaneamente.

Eles iam enfrentar o desconhecido.

(Seraphium) – Não me façam rir, nada nesse universo pode me matar, eu garanto a vocês… Eu já tentei cometer suicídio cerca de 1.657.325.023 vezes, mas isso foi há muito tempo, hoje eu não tentaria cometer suicídio, só causa dor e sofrimento desnecessário e eu nunca posso partir desse universo, essa foi a minha maldição e minha benção. Jamais morrerei, jamais verei meus parentes novamente. Mesmo que exista uma forma de eu acabar, eu sei que não haverá céu ou inferno para mim. Ou eu existo aqui e vivo, ou eu não existo. E entre as duas opções, prefiro existir.

(Nº 10) – Não podemos deixar que você exista, principalmente quando quer por nosso planeta e o universo inteiro em risco. Vamos lutar por ambos.

(Seraphium) – De acordo, faz tempo que não brigo e estou bem afim de esticar meus dedos…

(Nº 5) – Então vamos ao planeta Arena, ele poderá resistir a esse combate…

(Seraphium) – Me desculpe, mas não… Eu não vou lutar em outro planeta para proteger esse, apesar de que realmente ele é muito frágil.

E Seraphium levantou o pé e bateu no chão.

Um estrondo metálico gigantesco foi ouvido ao mesmo tempo que o chão do planeta começou a tremer e rachaduras gigantescas romperam toda a superfície do mesmo

(Piccolo) – O que você fez?

(Seraphium) – Estou concordando com vocês, esse planeta é muito frágil para um combate…

(Gorin) – Desgraçado…

E Gorin se jogou com toda a sua velocidade contra Seraphium e se tornou SS7 no meio do caminho, mas antes de tocar em Seraphium esse levantou a mão e Gorin desapareceu no meio do ki que saiu dela.

O ki foi o suficiente para acabar com a situação precária e frágil que o planeta já estava.

O planeta inteiro quebrou em exatos 789 pedaços. O centro de gravidade se perdeu e a atmosfera se foi.

Gorin ficou flutuando inconsciente e a beira da morte na imensidão negra. Niko foi até ele e lhe deu uma senzu, e então eles se teletransportaram para o planeta Arena.

Os outros já estavam lá, em exceção de Seraphium que veio voando preguiçosamente dos restos do planeta Terra e pousou no planeta arena trazendo um pedaço de pedra enorme.

Ele a largou no chão e apontou a mão pra cima. Um raio de ki saiu em direção aos restos da Terra e nada restou dela. Ele sorriu e apontou o dedo para a pedra que tinha trazido.

(Seraphium) – Isso é só o que sobrou daquele planetóide frágil, com certeza devíamos ter vindo para cá antes.

Gorin teve de ser segurado por Nº 10 e Nº 5 para não atacar de novo e arriscar morrer. Essa não devia ser uma batalha de instintos, devia ser uma batalha de estratégias.

(Goku Jr.) – Minha vó! VOCÊ MATOU MINHA VÓ!!!

E então todos os guerreiros se colocaram em posição de combate e liberaram todo o poder que tinham.

E a evolução dos dois garotinhos foi o mais pronunciado. De seus simples 500 milhões em suas formas de SS2 eles pularam para 20 bilhões em suas formas de SS3. Eles tinham muito poder guardado apesar de tudo. Eles tinham potencial que quando treinado se tornou grande poder. Se algum dos guerreiros Z atuais soubesse liberar ki oculto, com certeza eles surpreenderiam a todos, se bem que todos deviam ter um pouco de ki oculto com todos os anos que ficaram parados. Mas os 20 anos de treinamento foram revigorantes por assim dizer

(Goku Jr.) – Eu sei que não tenho força pra te deter, mas eu prometo que um dia eu serei tão forte ou mais forte que você!

Seraphium gargalhou novamente e Nº 5 se lançou ao ataque. O objetivo de todos era a cabeça. O soco do robô se chocou contra a cabeça do monstro e um terrível ruído metálico foi ouvido, vindo tanto da mão robótica que tinha se quebrado inteira, quanto da cabeça de Seraphium que rachou. Mas em um instante a cabeça havia se refeito e a mão de Nº 5 também.

Mas Nº 5 tinha pulado para trás e todos os outros estavam olhando surpresos para Seraphium.

Eles tinham visto a uma grande rachadura na cabeça de Seraphium, mas aquilo não batia com um ser orgânico, mas ele parecia ser orgânico. Os robôs voltaram a fazer leituras dele e voltaram a constatar que ele tinha pele, veias, órgãos e ossos. Ele era definitivamente orgânico, mas ele parecia ser feito de pedra e metal misturados. Era mais ou menos como se sua carne tivesse sido trocada por pedra e metal.

(Seraphium) – Surpresos? Um ser orgânico não pode viver para sempre, passei por um grande processo de transformação para ser imortal. Minha carne se tornou uma pedra metálica que existe em meu planeta natal. Meu coração parou de bater e meu sangue se tornou metal. Meu corpo se regenera quase que instantaneamente quando sofre pressão física ou por meio de ki. Para ser imortal deixei de ser um ser vivo para me tornar um corpo indestrutível e morto que pode transitar por ai como um ser vivo.

(Nº 5) – Ser de metal não o torna um corpo morto e indestrutível

(Seraphium) – Não, você não é como eu, você está vivo, tem uma alma ai dentro. Eu me transformei nisso, deixei minha vida, minha mortalidade, meu corpo e minha alma de lado para ter a eternidade. Me tornei um corpo morto. Você mesmo sendo de metal tem um corpo vivo, e eu te odeio por isso. Odeio todos vocês porque vocês têm algo pelo o que esperar, algo pelo o qual vale a pena morrer e um lugar agradável para ir quando morrerem. Eu jamais terei qualquer uma dessas coisas. Já que preciso matar vocês e que odeio vocês e que sei que se morrerem irão para algum lugar melhor, vou matá-los lentamente para que sofram tudo o que poderem antes de partirem.

 

O que Seraphium se tornou? Como é possível matar um ser que nem mesmo é um ser? Eles serão mesmo capazes de detonar um cérebro de pedra metálica que pode se regenerar quase que instantaneamente? Eles poderão baixar o manto da imortalidade por um instante de Seraphium e acabar com ele para sempre?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “A Batalha no Planeta Arena”.

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Episódio 108: O Novo Inimigo Chegou

Posted by gabrielr15 em novembro 16, 2011

Seraphium voava com toda a sua velocidade pela imensidão negra do universo, a cada planeta habitado pelo qual ele passava ele lançava um pequeno golpe de ki que fazia o planeta entrar em reação em cadeira para ser destruído, assim as criaturas poderiam sentir o medo da morte antes de morrerem.

Seraphium tinha ficado aprisionado por mais tempo do que ele mesmo seria capaz de calcular, logo ele um dos poucos seres que estavam de pé quando o universo era tão pequeno…

Quando ele nasceu existiam apenas cerca de 600 bilhões de planetas e 5 vezes essa quantidade em estrelas. Uma fração muito pequena do que se tinha hoje em dia.

E ele percebeu que a maior parte daqueles 600 bilhões de planetas já não existia mais.

A dúvida que o cortará durante cerca de seus 80 bilhões de anos terrestres (ou cerca de 79 anos universais) sobre o que havia após a morte o cortou novamente, onde será que estariam as criaturas que existiam quando ele nasceu?

Ele nunca saberia e essa era a sua ruína. Uma boa parte das criaturas que ele tinha encontrado acreditava em um paraíso onde os bons poderiam viver em paz. Ele nunca conheceria esse paraíso sendo bom ou mal.

Ele se tornara mal por odiar todos aqueles que tinham a chance de ter algo melhor que ele e os matava e então percebia que estava dando a eles o lugar melhor, por isso ele gostava de dar tempo para as pessoas se apavorarem antes de morrer. Era mais divertido ver os planetas explodirem em reações em cadeia demoradas que podiam durar até 48 horas terrestres. Tanto tempo pros seres entrarem em pânico…

Ele tocou o lugar onde deveria estar o seu coração que a muito tempo parará de bater. Ele era um tolo que queria viver para sempre, que tinha medo da morte e descobriu como fazer isso. Seu coração parou de bater no instante que ele ganhou a imortalidade e ele se tornou frio e gelado… Um corpo incapaz de desaparecer, era isso o que ele era. Um corpo morto que ainda transitava por ai.

Em sua frustração e raiva ele explodiu um sistema estelar inteiro explodindo cerca de 34 planetas habitados com uma onda de ki.

Ele e os outros quatro tinham vivido por 10 anos universais como verdadeiros lideres do universo conhecido. Ele era o mais fraco dos 5, mas isso não importava muito quando não se podia morrer. Ele viu o “lacre do ki” ser levantado e viu seus companheiros terem seus poderes limitados. Todos eles finalmente tinham o mesmo poder e estavam finalmente vulneráveis pois estavam no limite máximo de ki que poderia ser alcançado.

Então aqueles 50 guerreiros mais fortes do universo, além deles, lutaram com eles e morreram um a um, mas conseguiram os enfraquecer para que os últimos 5 morressem os aprisionando em prisões feitas de sua própria energia, ou seja só alguém que tivesse mais de 1 trilhão de poder poderia os libertar.

Eles juraram vingança contra todos os seres daquele universo e prometeram vida eterna aqueles que os libertassem. Os Supremos-Kaioshins da época carregaram suas prisões para pontos afastados do universo conhecido morrendo em suas missões pela distância que tiveram de percorrer. Um planeta foi construído ao retorno de cada um deles.

Bilhões de criaturas tentaram arrebentar o lacre querendo a imortalidade que tínhamos prometido, mas nenhuma tido sido capaz disso, e ele sabia porque o lacre precisava de no mínimo 1.000.000.000.001 para ser quebrado e o máximo que alguém podia ter era 1 trilhão.

Ele já tinha se resignado com o fato de que estaria para sempre preso pelo menos até o fim do universo, se é que ele teria um fim, e mesmo assim ele não sabia dizer se não estaria vivo depois que nada mais existisse.

Então ele aparecera. Um garoto com 80 anos terrestres de idade (mas aparência de 17 anos) com longos cabelos vermelhos que se moviam como cobras apareceu e disse que lhe daria a liberdade em troca da imortalidade. Seraphium lhe dissera que precisava libertar todos os 5 pra receber o dom da imortalidade e o garoto concordou e rompeu o lacre que não deveria nunca ser rompido com uma facilidade que chegava a assustar quando seus cabelos ficaram dourados. Quando ele estava com a guarda baixa, Seraphium deu o bote e apagou ele com um golpe de ki, mas cerca de meia-hora depois o garoto reaparecera e disse que aquilo tinha sido desnecessário e inútil.

Ele contou para Seraphium que sempre podia retornar dentre os mortos, mas não queria ter nenhuma vulnerabilidade, por isso buscava a imortalidade. Seraphium contou onde os outros estavam e o garoto lhe disse para ir numa determinada direção que encontraria guerreiros que lhe dariam uma luta verdadeiramente válida.

Seraphium voava naquela direção sem contestar, ele estava com fome, muita fome, ele precisava matar alguém com muito poder para alimentar sua fome. Esse era outro problema de sua imortalidade, ele precisava matar outras criaturas, quando ele matava ele preenchia a “fome” que o dominava, e quanto mais forte aqueles que ele matava, mas a fome era domada. Todos os planetas que ele estava destruindo não estavam conseguindo preencher o vazio que ele estava sentindo.

Uma luta válida significa muito poder e uma promessa de aliviar aquele vazio.

Uma parte pequena de sua mente lhe avisava que o garoto era mais forte que ele e mesmo assim não estava indo para esse planeta… Algo lhe avisava que essas criaturas podiam realmente lhe causar dano… Mas essa parte pequena não fazia nem cócegas no resto que sabia que por mais forte que fosse o inimigo ele nunca poderia vencê-lo.

Então ele sentiu. O foco de poder estava a frente dele e ele se focou nele, um grupo de poderes simplesmente apareceram ali como se não existissem antes ou tivessem estado em outra dimensão.

Seu coração morto estava louco para ser preenchido pela morte deles…

Seraphium passou voando por um planeta que ele percebeu que nem ele seria capaz de destruir. Aquilo o assustou, o quanto mudara no universo no tempo que ele estivera fora?

Então ele pousou no planetóide azul e verde onde os focos de poder estavam.

(Nº 10) – Você deve ser Seraphium, não é?

(Seraphium) – Então você sabe quem sou… Estou impressionado com o poder que você e seus amigos estão emanando.

Nº10 e Nº 5 ofegaram quando leram o buraco negro que parecia existir dentro do coração de Seraphium.

(Seraphium) – Finalmente serei capaz de preencher esses anos todos de fome…

(Nº 10) – Como uma coisa como você pode sequer existir?

(Seraphium) – Eu me perguntei isso todos os dias de minha vida imortal.

(Nº 5) – Você não destruirá nosso planeta!

(Seraphium) – Eu vou sim… Por mais insignificante que ele seja, não costumo deixar nenhum planeta de pé depois que eu parto dele…

(Nº 5) – Eu não consigo entender você… Destruir tudo e a todos, e o que você fará com o resto da eternidade quando não houver mais nada a destruir? Vivendo para sempre uma hora você vai acabar acabando com tudo!

(Seraphium) – Vou esperar que o universo seja o suficiente para encher esse vazio, mas se ele não for, espero que quando não houver mais tentação e possibilidade de encher esse vazio que ele finalmente possa me destruir. Se bem que todo o tempo que passei aprisionado ele não foi capaz de me destruir, apenas me deixou enlouquecido de fome de mortes… Se eu tivesse uma segunda chance não teria escolhido o que escolhi, mas agora não posso fugir daquilo que sou. Eu não tenho escolha, eu preciso matar… Esse foi o preço pela imortalidade, viver para sempre matando outros.

(Yuki) – Então não temos escolha a não ser pará-lo…

(Seraphium) – Não me deixarei ser aprisionado novamente…

(Gorin) – Quem disse que vamos te aprisionar? Isso nunca funciona, vamos destruir você de uma vez por todas!

(Seraphium) – Eu sou imortal! Nada pode me destruir!

E a gargalhada fria e cruel de Seraphium preencheu toda a planície onde os guerreiros Z tinham decidido esperá-lo.

Essa seria a maior batalha de todos os tempos.

Eles vão conseguir derrotar Seraphium? Ou morrerão tentando? E o filho de Slave, ele conseguirá libertar os outros imortais e se tornar um deles? E independentemente de conseguir ou não a imortalidade, os guerreiros Z serão capazes de derrotá-lo?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “A Terra é Destruída”.

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