Dragon ball B.T.U

O Universo não é o limite

Archive for dezembro \20\UTC 2011

Episódio 110: A Batalha no Planeta Arena

Posted by gabrielr15 em dezembro 20, 2011

Todos ficaram imóveis por alguns segundos e então muitas coisas aconteceram em um milésimo de segundo.

Primeiro Seraphium atacou.

Ele se moveu tão depressa e tão silenciosamente que ninguém percebeu o movimento a tempo. Em um instante ele estava atrás de Nº 10 e bateu com ambas as mãos dos lados da cabeça dele arrebentando-a.

No instante seguinte, Nº 5 estava dividido em três partes. Piccolo perdeu dois braços. Niko perdeu todos seus chifres. Gorin e Yuki perderam as mãos.

Os únicos que escaparam ao primeiro assalto foram os garotos e estes se sobressaltaram e se apavoraram ao ver o resultado do primeiro ataque.

Seraphium já estava na posição inicial esperando. Piccolo, Nº 10 e Nº5 se regeneraram. Gorin, Yuki e Niko comeram senzus.

(Gorin) – Como pôde fazer isso, quero dizer por que atacar assim, isso não causou dano algum!

(Seraphium) – Mas doeu. Eu já disse, não estou atacando para matar de cara. Quero que doa muito antes disso…

Nº 5 perdeu a cabeça e atacou com um grande golpe de ki. Seraphium desapareceu em meio ao ki em combustão e houve uma explosão descomunal onde o ki se foi. Seraphium estava no mesmo lugar sem nem mesmo um arranhão em seu corpo.

(Seraphium) – Isso foi desnecessário.

(Nº 5) – Seu ataque também foi.

Seraphium riu. Ele apareceu na frente de Nº5 que se assustou e atacou. Sua mão explodiu arrebentando o ombro direito de Seraphium, fazendo seu braço cair. Com o braço inteiro Seraphium atravessou Nº5 e retirou o chip.

(Seraphium) – Essa coisinha é você. Se eu destruir todo o resto e isso ficar, você volta. Agora sem isso, arrebento sua cabeça por completo e acabou. Frágil.

Nº 5 ficou sem ação. Ele não estava observando o seu chip, e sim o ombro de Seraphium. Em um instante todas as rachaduras se fecharam e um braço novo se criou escorrendo do ombro aos dedos. O braço antigo jazia no chão ao lado de Seraphium que não deu a mínima para ele. Então Nº 10 percebeu a chave do mistério. A recuperação de Seraphium não era como a dos andróides, de Piccolo, de Cell ou até de Slave. A recuperação de todos era “planejada”. Já a de Seraphium era espontânea. Acontecia, ele querendo ou não, decidindo ou não ela acontecia independentemente de sua vontade.

(Seraphium) – Surpresos com meu poder de regeneração?

Todos perceberam que se conseguissem arrebentar a cabeça de Seraphium ela se restauraria em um instante sem comando voluntario algum, ou seja, a chance de derrotar ele era em um milionésimo de segundo.

(Seraphium) – Como é estranha a imortalidade não? Ainda acham que existe uma maneira de me derrotar?

(Nº 5) – Só existe uma forma de descobrir.

Então Nº 5 utilizou a técnica que ele treinou durante os cem anos que se passaram desde a morte de Goku (80 reais e os 20 na sala do tempo) o soco Kamehameha.

A mão de Nº 5 sumiu em meio a ki e ele deu um soco com tanta força no ombro de Seraphium que dessa vez o braço se quebrou em vários pedaços deixando o chip cair no chão e o corpo de Seraphium rachou em vários lugares. Em um instante o chip retornou para dentro de Nº 5 e esse deu um novo soco Kamehameha na cabeça de Seraphium.

Foi um erro.

O estrondo foi ensurdecedor e houve uma explosão de energia. A cabeça de Seraphium rachou e pelas rachaduras saiu ki que derreteu a mão de Nº 5. Por meio milionésimo de segundo, Nº 5 percebeu por sua visão de milhares de fotos por segundo, que os olhos de Seraphium saíram de foco até o cérebro rachado se recompor, mas fora apenas isso, o cérebro só havia rachado e não arrebentado por inteiro.

Então Seraphium revidou.

A mão de Seraphium bateu com tanta força na cabeça de N° 5 que ela explodiu e ele deu duas voltas no planeta arena apenas com a força do impacto antes de Seraphium colocar a mão na frente e atravessar seu peito arrancando o chip fora.

(Seraphium) – Sabe como é horrível não ser nada? Como é horrível não sentir a si mesmo e nem lembrar de si mesmo por menor que seja o tempo?

E então Nº 10 atacou a mão de Seraphium e arrebentou o próprio punho para rachá-la, mas a mão de Seraphium se manteve fechada em torno do chip.

(Seraphium) – Confesso que ninguém nunca me proporcionou um combate que poderia ser chamado de digno. É divertido até lutar com vocês, me da uma leve idéia de desafio no final das contas.

A mão de Seraphium explodiu quando o chip de Nº 5 saiu de dentro dela e entrou no peito do andróide que regenerou sua cabeça.

Mas como sempre a mão estava inteira antes mesmo de eles perceberem.

(Gorin) – O seu ponto fraco, o ponto fraco de todos os inimigos que enfrentamos até hoje é o mesmo: excesso de confiança. Você acha que vai nos vencer e por isso nem se esforça pra vencer e alem disso não nos derrota de uma vez porque não nos considera ameaça digna, mas a verdade é que nós vamos uma hora ou outra conseguir reunir o poder necessário e vamos te deter!

(Seraphium) – E o velhinho está se achando muito forte…

(Gorin) – Eu não. Apenas acredito que temos um propósito e esse propósito nos torna mais fortes que todos os nossos inimigos, em especial você que não têm propósito algum…

Gorin tocou na ferida do ego de Seraphium e esse desapareceu e reapareceu com a mão dentro da barriga de Gorin.

(Seraphium) – Cadê o seu propósito agora?

Nº 10 e Nº 5 atacaram diretamente e arrancaram o braço de Seraphium que estava dentro de Gorin e lançaram Seraphium contra a montanha onde Goku morreu. Seraphium se chocou com tanta força na montanha que ele se rachou inteiro e perdeu uma perna, enquanto a montanha não sofreu nenhum arranhão.

E Nº 5 percebeu então uma vantagem estratégica que poderia dar a eles a vitória.

 

Que vantagem estratégica é essa que Nº 5 encontrou? Qual será a falha na defesa aparentemente indestrutível de Seraphium? Serão os guerreiros Z realmente capazes de matar um imortal? E como eles vão explodir o cérebro de Seraphium por inteiro se nem mesmo o ataque mais forte de Nº 5 foi capaz disso?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “Os dois indestrutíveis”.

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Episódio 109: A Terra é Destruída

Posted by gabrielr15 em dezembro 2, 2011

Seraphium gargalhou por um longo minuto inteiro onde os guerreiros Z restantes ficaram extremamente despreocupados e temerosos. Eles já haviam enfrentado tudo quanto é tipo de coisa, mas nunca uma criatura que não poderia morrer, nunca uma criatura que já não tinha mais um coração batendo e mesmo assim transitava por ai.

Seraphium era o inimigo que eles não conheciam. Todos os outros eram seres vivos que podiam ser derrotados e mortos, até mesmo Slave que não era de todo algo que eles conheciam podia ser derrotado e morto, e mesmo ele podendo voltar depois, ele ainda podia ser derrotado. Seraphium não era assim. Pela primeira vez a batalha não poderia acabar em ki em combustão, ela teria de acabar só com o combate físico, e um combate físico o suficiente pra arrebentar um cérebro de um ser imortal que se regenera quase instantaneamente.

Eles iam enfrentar o desconhecido.

(Seraphium) – Não me façam rir, nada nesse universo pode me matar, eu garanto a vocês… Eu já tentei cometer suicídio cerca de 1.657.325.023 vezes, mas isso foi há muito tempo, hoje eu não tentaria cometer suicídio, só causa dor e sofrimento desnecessário e eu nunca posso partir desse universo, essa foi a minha maldição e minha benção. Jamais morrerei, jamais verei meus parentes novamente. Mesmo que exista uma forma de eu acabar, eu sei que não haverá céu ou inferno para mim. Ou eu existo aqui e vivo, ou eu não existo. E entre as duas opções, prefiro existir.

(Nº 10) – Não podemos deixar que você exista, principalmente quando quer por nosso planeta e o universo inteiro em risco. Vamos lutar por ambos.

(Seraphium) – De acordo, faz tempo que não brigo e estou bem afim de esticar meus dedos…

(Nº 5) – Então vamos ao planeta Arena, ele poderá resistir a esse combate…

(Seraphium) – Me desculpe, mas não… Eu não vou lutar em outro planeta para proteger esse, apesar de que realmente ele é muito frágil.

E Seraphium levantou o pé e bateu no chão.

Um estrondo metálico gigantesco foi ouvido ao mesmo tempo que o chão do planeta começou a tremer e rachaduras gigantescas romperam toda a superfície do mesmo

(Piccolo) – O que você fez?

(Seraphium) – Estou concordando com vocês, esse planeta é muito frágil para um combate…

(Gorin) – Desgraçado…

E Gorin se jogou com toda a sua velocidade contra Seraphium e se tornou SS7 no meio do caminho, mas antes de tocar em Seraphium esse levantou a mão e Gorin desapareceu no meio do ki que saiu dela.

O ki foi o suficiente para acabar com a situação precária e frágil que o planeta já estava.

O planeta inteiro quebrou em exatos 789 pedaços. O centro de gravidade se perdeu e a atmosfera se foi.

Gorin ficou flutuando inconsciente e a beira da morte na imensidão negra. Niko foi até ele e lhe deu uma senzu, e então eles se teletransportaram para o planeta Arena.

Os outros já estavam lá, em exceção de Seraphium que veio voando preguiçosamente dos restos do planeta Terra e pousou no planeta arena trazendo um pedaço de pedra enorme.

Ele a largou no chão e apontou a mão pra cima. Um raio de ki saiu em direção aos restos da Terra e nada restou dela. Ele sorriu e apontou o dedo para a pedra que tinha trazido.

(Seraphium) – Isso é só o que sobrou daquele planetóide frágil, com certeza devíamos ter vindo para cá antes.

Gorin teve de ser segurado por Nº 10 e Nº 5 para não atacar de novo e arriscar morrer. Essa não devia ser uma batalha de instintos, devia ser uma batalha de estratégias.

(Goku Jr.) – Minha vó! VOCÊ MATOU MINHA VÓ!!!

E então todos os guerreiros se colocaram em posição de combate e liberaram todo o poder que tinham.

E a evolução dos dois garotinhos foi o mais pronunciado. De seus simples 500 milhões em suas formas de SS2 eles pularam para 20 bilhões em suas formas de SS3. Eles tinham muito poder guardado apesar de tudo. Eles tinham potencial que quando treinado se tornou grande poder. Se algum dos guerreiros Z atuais soubesse liberar ki oculto, com certeza eles surpreenderiam a todos, se bem que todos deviam ter um pouco de ki oculto com todos os anos que ficaram parados. Mas os 20 anos de treinamento foram revigorantes por assim dizer

(Goku Jr.) – Eu sei que não tenho força pra te deter, mas eu prometo que um dia eu serei tão forte ou mais forte que você!

Seraphium gargalhou novamente e Nº 5 se lançou ao ataque. O objetivo de todos era a cabeça. O soco do robô se chocou contra a cabeça do monstro e um terrível ruído metálico foi ouvido, vindo tanto da mão robótica que tinha se quebrado inteira, quanto da cabeça de Seraphium que rachou. Mas em um instante a cabeça havia se refeito e a mão de Nº 5 também.

Mas Nº 5 tinha pulado para trás e todos os outros estavam olhando surpresos para Seraphium.

Eles tinham visto a uma grande rachadura na cabeça de Seraphium, mas aquilo não batia com um ser orgânico, mas ele parecia ser orgânico. Os robôs voltaram a fazer leituras dele e voltaram a constatar que ele tinha pele, veias, órgãos e ossos. Ele era definitivamente orgânico, mas ele parecia ser feito de pedra e metal misturados. Era mais ou menos como se sua carne tivesse sido trocada por pedra e metal.

(Seraphium) – Surpresos? Um ser orgânico não pode viver para sempre, passei por um grande processo de transformação para ser imortal. Minha carne se tornou uma pedra metálica que existe em meu planeta natal. Meu coração parou de bater e meu sangue se tornou metal. Meu corpo se regenera quase que instantaneamente quando sofre pressão física ou por meio de ki. Para ser imortal deixei de ser um ser vivo para me tornar um corpo indestrutível e morto que pode transitar por ai como um ser vivo.

(Nº 5) – Ser de metal não o torna um corpo morto e indestrutível

(Seraphium) – Não, você não é como eu, você está vivo, tem uma alma ai dentro. Eu me transformei nisso, deixei minha vida, minha mortalidade, meu corpo e minha alma de lado para ter a eternidade. Me tornei um corpo morto. Você mesmo sendo de metal tem um corpo vivo, e eu te odeio por isso. Odeio todos vocês porque vocês têm algo pelo o que esperar, algo pelo o qual vale a pena morrer e um lugar agradável para ir quando morrerem. Eu jamais terei qualquer uma dessas coisas. Já que preciso matar vocês e que odeio vocês e que sei que se morrerem irão para algum lugar melhor, vou matá-los lentamente para que sofram tudo o que poderem antes de partirem.

 

O que Seraphium se tornou? Como é possível matar um ser que nem mesmo é um ser? Eles serão mesmo capazes de detonar um cérebro de pedra metálica que pode se regenerar quase que instantaneamente? Eles poderão baixar o manto da imortalidade por um instante de Seraphium e acabar com ele para sempre?

Não percam o próximo episodio de DragonBall BTU v2: “A Batalha no Planeta Arena”.

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